De cada vez que ouço falar de Mano Menezes como possível novo treinador do FCP, até se me arrepia a espinha. Isto porque todos sabemos do minucioso trabalho táctico que se faz por aqueles lados. Afinal de contas, os treinadores de topo treinam assim:
Tuesday, June 04, 2013
Sunday, May 26, 2013
Game Over
Depois de mais uma derrota num jogo decisivo com contornos algo surrealistas - reviravolta em 2 minutos em frango e meio de Artur com picante à mistura - não sei muito bem como classificar a época a não ser que foi a melhor e a pior dos últimos anos. As enormes alegrias que a equipa me proporcionou - a classificação para a final da Liga Europa mexeu comigo, por motivos pessoais - e o excelente futebol praticado em inúmeros momentos, foram inapelavelmente azedadas por este gigantemente cruel e sádico mês de Maio. Sinto-me quase como este tipo nos momentos finais do primeiro "Saw"...incapaz de elaborar um raciocínio lógico até chegar à fatal conclusão do que lhe foi destinado.
E agora? Sou o maior defensor de JJ, mas hoje era para ganhar ou ganhar. No excuses. E assim meio a quente, acho que ele ficou sem condições para continuar. Nem mesmo a séria possibilidade de ele ir parar ao CRAC, deve interferir nessa decisão. Karma is a fuckin' bitch, and we might need a new Sheriff in Town.
Thursday, May 23, 2013
Mais vale tarde...
Os diversos afazeres não deixam grande tempo para manifestações blogosfericas de entusiasmo perante mais um título conquistado, desta vez em cima da meta e de forma totalmente inesperada, como de resto admiti por aqui diversas vezes. Mas findou mais uma temporada e a verdade é apenas uma: 27º título de campeão nacional do Futebol Clube do Porto. Pode ser tarde para festejar, mas a verdade é que se há coisa que esta época nos ensinou, é que há poucas coisas mais amargas no futebol do que o festejo precoce.
Venha daí agora a silly season e as medições fálicas sobre quem vendeu mais. Eu a esse campeonato não andarei muito atento. Deixem lá agora definir-se as renovações ou contratações de treinadores para poder mandar umas postas que andam a ser adiadas há mais de um mês.
Venha daí agora a silly season e as medições fálicas sobre quem vendeu mais. Eu a esse campeonato não andarei muito atento. Deixem lá agora definir-se as renovações ou contratações de treinadores para poder mandar umas postas que andam a ser adiadas há mais de um mês.
Wednesday, May 22, 2013
I'm back Baby, I'm back...
Depois de um luto prolongado de 7 dias, onde só bebericei chá de tília e mordisquei bolachas de água e sal, estou pronto para voltar a falar da Xixa Nacional, Internacional e Colombiana...
...porque a Silly Offseason já começou !!!
- Segundo o jornal "O Nojo" e o "Rascord", o Benfica pelos vistos vai contratar o Markovic, o Megatovic, o Fantastovic, o Mancovic, o Panoramix e uma dezena de indígenas sul-americanos não identificados. Não se sabe ainda se para jogar na equipa principal ou B. Obviamente, essa informação é irrelevante, porque vão ser todos roubados pelas garras do Avôzinho da Fernanda;
- Entretantos, Vitótó Pereira parece que vai treinar o Everton da Premiershippin - já o estou a imaginar depois de mais uma goleada na peida, e antes de ser despedido à terceira jornada, a vociferar a alto e bom inglês - "that was very dirty, dirty, dirty";
- Finalmente parece que João Moutinho vai sair do FCP, para as principescas terras monegascas. Consigo leva um pacote de danoninhos, a sua colecção de brinquedos do Noddy, e uma bailarina colombiana especialista em natação sincronizada.
E com isto já sinto vontade de ver a bola rolar em 2013/2014, quando esta época ainda nem sequer acabou. Let the games begin!
Wednesday, May 15, 2013
I've seen another world, Sometimes I think it's just my imagination...
Desde já, os meus parabéns aos jogadores do Benfica e a JJ. Foram fantásticos. Foram guerreiros. Foram artistas. Foram - a meu ver - consideravelmente melhores que este aborrecido e standardizado Chelsea. Não mereceram, de todo e de novo, este mais que agonizante e cruel destino. Mas se estou com esta equipa e esta muy nobre instituição sempre presente na minha alma, se sangro vermelho vivo, se respiro benfiquismo por todos os poros, também por isso tenho que saber quando parar. Nem que seja por uns breves instantes, dias, meses, sei lá - basicamente vou tirar um sabático de futebol e da escrita deste blog. Mas como o Pep, vou voltar, stronger than ever. E acreditar que um dia vou voltar a ver o Benfica nestes palcos europeus, nestes grandes momentos, e fundir-me outra vez num abraço eterno contigo que vão apagar as lágrimas que hoje chorei.
Tuesday, May 14, 2013
FCP 2 - SLB 1
Peço desde já desculpa pelos possíveis erros ortográficos, mas apesar da demora no comentário ao jogo, o texto foi escrito sem grande tempo para revisões.
Em menos de uma semana, a descrença por diversas vezes aqui anunciada transformou-se num estado de euforia próprio das mais inesperadas surpresas. Que é como quem diz, desde a vitória rotineira do Porto frente ao Nacional, muita coisa mudou no campeonato nacional de Xixa, e os dragões estão de regresso ao lugar em que mais nos habituámos a vê-los. Que o tenha feito da mais dramática das formas é também a consequência natural de uma competição que, apesar de longa, tem poucos adversários à altura e tudo para ser decidido ao sprint entre os melhores. Por sinal, num jogo mais emotivo do que bem jogado.
Por entre toda a verborreia natural em semana de clássico, houve uma troca de palavras entre treinadores que me chamou a atenção. Vitor Pereira afirmava enfaticamente que sabia perfeitamente como o adversário se ia apresentar no Dragão, e que contra o Porto, o Benfica jogava sempre de forma diferente. Do outro lado, Jorge Jesus respondeu que se o Benfica o fazia era porque sabia. Que sabia, ninguém tem dúvidas, mas a pergunta a que urge responder é: será que devia?
Fiel aos seus princípios independentemente das vozes que se façam ouvir contra, Pereira apostou novamente no seu futebol, nas suas ideias. Para o melhor e para o pior, a equipa organizada, que prefere ter a bola do que correr atrás dela, mas sempre com bastantes dificuldades em furar defesas adversárias foi assim até final do jogo, e mesmo num lance atabalhoado e trabalhado por dois suplentes que caiu do céu, não deixou de ser uma jogada de toque curto e desmarcações (ao contrário do balázio do meio campo que minutos antes Roderick Miranda havia tentado do outro lado) que surgiu o golo de uma vitória extremamente suada contra o único adversário capaz de ombrear com o Porto actual mas com índices karmicos sempre a bater no vermelho. A explosão chegou fora de tempo, activou a histeria num estádio a abarrotar de nervos, naquele que foi provavelmente o mais épico dos jogos de futebol nacional a que alguma vez assisti. O meu colega de blog fala de intervenção divina. Seja o que for, Kelvin, o puto trapalhão, atirou a contar para o fundo das redes. Um remate, um instante de inspiração que pode acabar por valer um título, assim a competência acompanhe a equipa em Paços de Ferreira, frente a um adversário de valor mas, sejamos honestos, de recursos limitados em comparação. Posto de forma simples: o FCP tem agora o dever de vencer a liga 2012/2013. Se não o fizer, não terá a competência com que se fazem os campeões.
Depois do jogo será fácil afirmar muita coisa, e a verdade é que o Benfica esteve a três minutos e um remate ao lado de poder sair do reduto do adversário com o campeonato praticamente no bolso. Não saiu, parece-me que por dois motivos maiores: primeiro, porque o adversário também joga e no futebol sabe-se que tudo pode acontecer a qualquer instante, e segundo pelas razões que me fazem por um lado reconhecer todas as qualidades nas ideias de Jorge Jesus e por outro não o querer para treinador da minha equipa. Confesso que me faz confusão que uma equipa como o Benfica, cujo ADN desde a chegada do mais estiloso mastigador de pastilha elástica do mundo é claramente ofensivo, mude de forma tão drástica a sua matriz de jogo em desafios maiores. Desde o recuo exagerado no campo (um ponta de lança, um lateral-esquerdo adaptado muito mais defensivo), à falta de interesse em atacar a baliza adversária exceptuando em lances de bola parada, até às inúmeras perdas de tempo (sintomático o salto sincronizado dos elementos do banco do Benfica a mandar Ola John atirar-se para o chão e ser assistido na fase final do jogo), parece-me acima de tudo contraproducente ensaiar toda uma filosofia e sistema de jogo ao longo da época, para na fase decisiva atirar tudo ao lixo, descaracterizar o seu futebol e jogar da mesma forma que um Olhanense (excepto, claro, com jogadores infinitamente melhores). De novo, é certo que esteve quase a resultar, mas não deixa de me parecer que o Benfica se pôs a jeito de lhe acontecer o que aconteceu.
A derradeira jornada da Liga terá emoção a rodos e ainda muita tinta poderá correr. Mas seja qual for o resultado final, dificilmente iremos voltar a ver repetidas as mesmas imagens que vimos no passado sábado. A glória e o desespero que também acompanham o desporto ao mais nível estiveram bem presentes nesses inesquecíveis 90 minutos de futebol. E porque quanto mais forte é o teu adversário, mais épica será a tua vitória, dou já os parabéns ao futuro campeão nacional. Porque seja ele quem for, será justíssimo, como sempre.
Em menos de uma semana, a descrença por diversas vezes aqui anunciada transformou-se num estado de euforia próprio das mais inesperadas surpresas. Que é como quem diz, desde a vitória rotineira do Porto frente ao Nacional, muita coisa mudou no campeonato nacional de Xixa, e os dragões estão de regresso ao lugar em que mais nos habituámos a vê-los. Que o tenha feito da mais dramática das formas é também a consequência natural de uma competição que, apesar de longa, tem poucos adversários à altura e tudo para ser decidido ao sprint entre os melhores. Por sinal, num jogo mais emotivo do que bem jogado.
Por entre toda a verborreia natural em semana de clássico, houve uma troca de palavras entre treinadores que me chamou a atenção. Vitor Pereira afirmava enfaticamente que sabia perfeitamente como o adversário se ia apresentar no Dragão, e que contra o Porto, o Benfica jogava sempre de forma diferente. Do outro lado, Jorge Jesus respondeu que se o Benfica o fazia era porque sabia. Que sabia, ninguém tem dúvidas, mas a pergunta a que urge responder é: será que devia?
Fiel aos seus princípios independentemente das vozes que se façam ouvir contra, Pereira apostou novamente no seu futebol, nas suas ideias. Para o melhor e para o pior, a equipa organizada, que prefere ter a bola do que correr atrás dela, mas sempre com bastantes dificuldades em furar defesas adversárias foi assim até final do jogo, e mesmo num lance atabalhoado e trabalhado por dois suplentes que caiu do céu, não deixou de ser uma jogada de toque curto e desmarcações (ao contrário do balázio do meio campo que minutos antes Roderick Miranda havia tentado do outro lado) que surgiu o golo de uma vitória extremamente suada contra o único adversário capaz de ombrear com o Porto actual mas com índices karmicos sempre a bater no vermelho. A explosão chegou fora de tempo, activou a histeria num estádio a abarrotar de nervos, naquele que foi provavelmente o mais épico dos jogos de futebol nacional a que alguma vez assisti. O meu colega de blog fala de intervenção divina. Seja o que for, Kelvin, o puto trapalhão, atirou a contar para o fundo das redes. Um remate, um instante de inspiração que pode acabar por valer um título, assim a competência acompanhe a equipa em Paços de Ferreira, frente a um adversário de valor mas, sejamos honestos, de recursos limitados em comparação. Posto de forma simples: o FCP tem agora o dever de vencer a liga 2012/2013. Se não o fizer, não terá a competência com que se fazem os campeões.
Depois do jogo será fácil afirmar muita coisa, e a verdade é que o Benfica esteve a três minutos e um remate ao lado de poder sair do reduto do adversário com o campeonato praticamente no bolso. Não saiu, parece-me que por dois motivos maiores: primeiro, porque o adversário também joga e no futebol sabe-se que tudo pode acontecer a qualquer instante, e segundo pelas razões que me fazem por um lado reconhecer todas as qualidades nas ideias de Jorge Jesus e por outro não o querer para treinador da minha equipa. Confesso que me faz confusão que uma equipa como o Benfica, cujo ADN desde a chegada do mais estiloso mastigador de pastilha elástica do mundo é claramente ofensivo, mude de forma tão drástica a sua matriz de jogo em desafios maiores. Desde o recuo exagerado no campo (um ponta de lança, um lateral-esquerdo adaptado muito mais defensivo), à falta de interesse em atacar a baliza adversária exceptuando em lances de bola parada, até às inúmeras perdas de tempo (sintomático o salto sincronizado dos elementos do banco do Benfica a mandar Ola John atirar-se para o chão e ser assistido na fase final do jogo), parece-me acima de tudo contraproducente ensaiar toda uma filosofia e sistema de jogo ao longo da época, para na fase decisiva atirar tudo ao lixo, descaracterizar o seu futebol e jogar da mesma forma que um Olhanense (excepto, claro, com jogadores infinitamente melhores). De novo, é certo que esteve quase a resultar, mas não deixa de me parecer que o Benfica se pôs a jeito de lhe acontecer o que aconteceu.
A derradeira jornada da Liga terá emoção a rodos e ainda muita tinta poderá correr. Mas seja qual for o resultado final, dificilmente iremos voltar a ver repetidas as mesmas imagens que vimos no passado sábado. A glória e o desespero que também acompanham o desporto ao mais nível estiveram bem presentes nesses inesquecíveis 90 minutos de futebol. E porque quanto mais forte é o teu adversário, mais épica será a tua vitória, dou já os parabéns ao futuro campeão nacional. Porque seja ele quem for, será justíssimo, como sempre.
Saturday, May 11, 2013
God hates Benfica
Há um tipo que gosto de ler na "ESPN", o Bill Simmons. Gosto do seu sentido de humor e a forma como ele se refere a nós, os verdadeiros adeptos, e como vivemos o desporto e as nossas equipas. Porque embora seja apenas e só isso, um desporto - no meu caso, futebol e o Benfica - nós dedicamos demasiado tempo a ele durante todo o ano, para ser considerado apenas um mero passatempo ou hobby. Vivemos cada momento, conheçemos todos os jogadores e quase que os consideramos nossa família. Exarcebamos cada vitória e ficamos doentes com cada derrota. E no final, se tudo correr bem, ainda podemos festejar uns campeonatos ou troféus. A não ser que sejas de Cleveland. Porque, nas palavras de Bill Simmons, God hates Cleveland. Depois do jogo de hoje, queria acrescentar o Benfica a essa lista. O meu profundo ateísmo foi posto em causa por um brasileiro lingrinhas com cabelo à punk! Quem diria! Quando já ninguém acreditava - incluindo todo e qualquer portista - o impossivelmente cruel e injusto aconteceu. Eu sei, isto é futebol. É a loucura do beautiful game. Mas se me permitem vociferar, hoje voltei a acreditar numa estranha força divina do além, e ela decididamente não gosta do Benfica.
Thursday, May 09, 2013
Proençinha no Dragão
Esta foi a minha singela reacção ao saber da nomeação do Proençinha para o derby deste sábado...
Monday, May 06, 2013
Estorilazo
Basicamente foi isso que se passou hoje - uma imitação reles do já famoso "Maracanazo". Estava nervoso antes do jogo, mas nunca nas minhas piores previsões acreditaria que não íriamos, com maior ou menor dificuldade, ganhar. Mas futebol é isto. É emocionante, imprevísivel...e brutalmente cruel. O Estoril é uma bela equipa e fez um belo jogo, e não acusou a pressão de um ambiente de 60.000 adeptos em pleno estádio da Luz. Ao contrário do Benfica. E quem quer ser campeão, ganha este jogo, sim ou sim. Penso que foi um misto de ansiedade com falta de pernas devido ao excesso de jogos. Estar em todas as frentes poderia implicar isto, mas a alma que a equipa tinha demonstrado por várias vezes, tinha sempre dado para compensar. Olhando para o Enzo, que saiu por lesão muscular - com isso tendo que entrar o homem que espero que NUNCA mais vista o Manto Sagrado - temos aí um bom exemplo de uma equipa algo esticada e nos limites. E agora? Agora temos muito diminutas possibilidades de conquistar o título. Ele era "nosso", hoje, já ali, ao nosso alcance. Mas agora é "deles", sábado, já ali, ao seu alcance. E em relação a isso, só nos podemos queixar de nós próprios. Gostava de acreditar que a equipa não vai acusar esta estrondosa marretada psicológica, mas tenho sérias dúvidas. Gostava de acreditar que os portistas, que entretanto saíram das suas profundas tocas e já celebram o "tri", sofressem no derby a desilusão que nós sofremos hoje, mas tenho sérias dúvidas. JJ levou-nos às portas do céu, mas esquecemo-nos que o inferno é mesmo ali ao lado. E agora, se me permitem, I will light myself on fire!
Nacional 1 - FCP 3
Depois do jogo de sábado, só fica mesmo uma questão no ar: onde estava aquele tipo de atitude competitiva vista nestes primeiros 45 minutos em mais de metade dos jogos até agora realizados no campeonato? Os deslizes frente aos Gil Vicente, Rio Ave, Olhanense, Marítimo ou mesmo os Sporting desta vida talvez se tivessem resolvido melhor com um pouco desta intensidade que decidiu vir à tona quando a vitória final no campeonato é pouco mais do que uma miragem. Tirando isso, foi uma vitória normal da equipa mais forte com James a confirmar que chegou tarde após grave lesão à fase decisiva da época...
Thursday, May 02, 2013
Next Stop, Amsterdam
Não vou escrever muito. Não conseguiria, de qualquer das maneiras...
Foi um Benfica avassalador, de toque, de classe, que varreu por completo o Fenerbahce e que não goleou por mero acaso - não foi só por "mero" acaso, mas não vou por aí - num ambiente fantástico, numa grande festa e num autêntico hino ao futebol. A equipa está de Parabéns. Já há muito que nós, benfiquistas nos bons e nos maus momentos, merecemos de novo uma final europeia. É de momentos destes que a história do nosso clube é feita.
Agora vem o clube treinado pelo "Abominável Homem Bénitez". Ninguém nos vai dar hipóteses. Se calhar, com alguma razão. Mas eu acardito!
Foi um Benfica avassalador, de toque, de classe, que varreu por completo o Fenerbahce e que não goleou por mero acaso - não foi só por "mero" acaso, mas não vou por aí - num ambiente fantástico, numa grande festa e num autêntico hino ao futebol. A equipa está de Parabéns. Já há muito que nós, benfiquistas nos bons e nos maus momentos, merecemos de novo uma final europeia. É de momentos destes que a história do nosso clube é feita.
Agora vem o clube treinado pelo "Abominável Homem Bénitez". Ninguém nos vai dar hipóteses. Se calhar, com alguma razão. Mas eu acardito!
Tuesday, April 30, 2013
E agora Vitótó...?
...páras de chorar e berrar, e acabas de comer a papa que o Avôzinho te preparou, se faz favor. Usa babete e vê se ficas bem "limpinho"!
E depois do imenso ruído de fundo da semana que passou, alimentada por uma comunicação social que vive, apenas e só, às custas do Benfica, ficamos mais perto da conquista do championnat portugais. Não vi o jogo da bela ilha da Madeira - tinha família cá em em terras da Áustria - mas acompanhei em espírito enquando engolia umas belas jolas com sabor local. Pelo que vi do resumo e li, parece que foi uma vitória incontestável, mas com a equipa a apresentar óbvios sinais de desgaste. Matic e Salvio devem estar no limite dos limites, e 5ª há já um jogo decisivo com os otomanos que descansaram muitas das suas "armas" no fim-de-semana. Estou com o JJ - é preciso casa cheia, ambiente infernal e o 12º jogador sempre a apoiar a equipa. Só assim conseguimos! Juntos!
E depois do imenso ruído de fundo da semana que passou, alimentada por uma comunicação social que vive, apenas e só, às custas do Benfica, ficamos mais perto da conquista do championnat portugais. Não vi o jogo da bela ilha da Madeira - tinha família cá em em terras da Áustria - mas acompanhei em espírito enquando engolia umas belas jolas com sabor local. Pelo que vi do resumo e li, parece que foi uma vitória incontestável, mas com a equipa a apresentar óbvios sinais de desgaste. Matic e Salvio devem estar no limite dos limites, e 5ª há já um jogo decisivo com os otomanos que descansaram muitas das suas "armas" no fim-de-semana. Estou com o JJ - é preciso casa cheia, ambiente infernal e o 12º jogador sempre a apoiar a equipa. Só assim conseguimos! Juntos!
Sunday, April 28, 2013
FCP 2 - V Setúbal 0
Nesta fase da época, em que os dragões de Vitor Pereira já de si calculistas estão proibidos de perder pontos e o Setúbal de José Mota é o Setúbal do José Mota, os jogos acabam por não ter uma grande história para contar. São 90 minutos a tentar furar uma barreira defensiva que por sua vez construía jogadas em 2 ou 3 toques rápidos para a frente. Assim sendo, muita posse mas jogo pouco empolgante desbloqueado por um talento individual ferido pelo falhanço. Que é como quem diz, por uma trivela que James Rodriguez tirou da cartola para assistir Lucho depois de falhar um penalty (mais um) que poderia ter-se revelado comprometedor. Foi preciso isso para o Setúbal subir um pouco, criar dois lances de penaltys imaginários, e acabar por sofrer o segundo perto do final. A bola está outra vez do outro lado do court e cabe agora às papoilas ultrapassar as bananas da Madeira.
Nota final para Vitor Pereira. Tenho a perfeita noção de que o defendo mais do que a generalidade dos portistas. O homem sabe da poda e prefiro sempre alguém assim do que um Sá Pinto que acha que o futebol se resume a raça ou um Scolari que mete os jogadores a fintar cones durante os treinos. Mas perde, claramente, ao nível da comunicação. Esta semana com constantes referências a arbitragens alheias foram a gota de água. Não há pachorra para este chinfrim.
Nota final para Vitor Pereira. Tenho a perfeita noção de que o defendo mais do que a generalidade dos portistas. O homem sabe da poda e prefiro sempre alguém assim do que um Sá Pinto que acha que o futebol se resume a raça ou um Scolari que mete os jogadores a fintar cones durante os treinos. Mas perde, claramente, ao nível da comunicação. Esta semana com constantes referências a arbitragens alheias foram a gota de água. Não há pachorra para este chinfrim.
Thursday, April 25, 2013
Melgarejo, onde estavas tu no 25 de Abril?
A cabeceares lindamente ao segundo poste e a assistires os teus companheiros do Benf...fenerbahce para um golo às três pancadas. Sinceramente, foi bem merecido e posso dizer que saímos vivos daquele ambiente infernal, embora nem tenha sido esse factor a chave do encontro. Os turcos simplesmente jogaram de forma mais aguerrida e intensa - provavelmente o Raúl Paneleirréles partilhou uma sobras das seringas de Pervitin com o pessoal - sempre à espreita do erro que acabou por surgir, e fora um remate de Gáitan ao poste, fomos demasiado inofensivos e pastelosos no ataque. Parece que estávamos ali para sacar o nulo e nada mais, e sabemos o quão perigoso isso é a este nível. Resta-nos a segunda mão. Somos o Benfica. Jogamos na Luz. Por muito matreira que seja, esta equipa otomana não mete medo ao Menino Jesus. Nestes jogos é que se vê quem tem unhas para inject...tocar guitarra. Se queremos glória europeia, é ganhar e passar. Está díficil, mas bem ali ao nosso alcance. No bullshit excuses, please!
Wednesday, April 24, 2013
Zee Germans
Aparte o meu eterno ódio ao Real Madrid que não consigo superar mesmo quando treinados pelo maior, dá um certo gozo ver este ressurgimento dos clubes alemães na Europa futeboleira. E em grande estilo, diga-se. Curiosamente, e aparentemente ao contrário da maior parte da malta na tugalândia, sempre tive uma simpatia especial pelo futebol alemão, principalmente pela atitude no bullshit que imprimem aos jogos. Raramente vemos um futebolista alemão ou num clube alemão a pensar em si acima do colectivo, e o rigor e a capacidade física e de luta de sempre é agora aliada a uma qualidade técnica acima da média nesta geração de futebolistas germânicos para quem o lema "never stop fighting until the fight is done" é coisa séria.
Apesar da simpatia declarada pelo Barcelona que, depois do meu FCP, é dos clubes que apoio desde miúdo (em breve, espero, um capitulo dedicado ao Dream Team de Cruyff), esse interesse pelo futebol alemão surge mais ou menos na mesma altura. Lembro-me perfeitamente de uma selecção onde pontificavam Matthaus, Klinsmann, Ziege, Hassler, Moller e um enorme Matthias Sammer, cuja carreira foi demasiado encurtada pelas lesões, mas que no Euro '96 se tornou imediatamente num dos meus jogadores de culto. Escusado será dizer que daí a vibrar com a vitória do Borussia na Champions em 1997 foi um pequeno passo. A simpatia pelo Bayern aconteceu em simultâneo com o interesse geral pela nationalmannschaft aliado ao estudo geek da História do futebol pelo qual passei nos anos 90 (era uma enciclopédia futebolística ambulante na altura), intensificada quando conheci o mito de Beckenbauer que ainda hoje, ao lado de Cuyff, é para mim o melhor jogador de sempre que eu nunca vi jogar.
Tudo isto para dizer que mesmo o atropelo do Barcelona de ontem não me deixa tão chateado quanto se tivesse sido contra qualquer outro adversário e que, claro, a cilindrada que levou o Real Madrid deixou-me a esfregar as mãos de contente. Isto é a Champions, e a verdade é que Barça e Real não deixarão repentinamente de ser as melhores equipas que por aí andam. O problema é que já não estão sozinhos e provavelmente só repararam quando já era tarde. A segunda mão ainda terá muito que contar, mas uma final alemã vinha mesmo a calhar. Nem que seja para chatear o pessoal que partilhou fotos da Merkel nua no outro dia pouco antes da hora do almoço.
Apesar da simpatia declarada pelo Barcelona que, depois do meu FCP, é dos clubes que apoio desde miúdo (em breve, espero, um capitulo dedicado ao Dream Team de Cruyff), esse interesse pelo futebol alemão surge mais ou menos na mesma altura. Lembro-me perfeitamente de uma selecção onde pontificavam Matthaus, Klinsmann, Ziege, Hassler, Moller e um enorme Matthias Sammer, cuja carreira foi demasiado encurtada pelas lesões, mas que no Euro '96 se tornou imediatamente num dos meus jogadores de culto. Escusado será dizer que daí a vibrar com a vitória do Borussia na Champions em 1997 foi um pequeno passo. A simpatia pelo Bayern aconteceu em simultâneo com o interesse geral pela nationalmannschaft aliado ao estudo geek da História do futebol pelo qual passei nos anos 90 (era uma enciclopédia futebolística ambulante na altura), intensificada quando conheci o mito de Beckenbauer que ainda hoje, ao lado de Cuyff, é para mim o melhor jogador de sempre que eu nunca vi jogar.
Tudo isto para dizer que mesmo o atropelo do Barcelona de ontem não me deixa tão chateado quanto se tivesse sido contra qualquer outro adversário e que, claro, a cilindrada que levou o Real Madrid deixou-me a esfregar as mãos de contente. Isto é a Champions, e a verdade é que Barça e Real não deixarão repentinamente de ser as melhores equipas que por aí andam. O problema é que já não estão sozinhos e provavelmente só repararam quando já era tarde. A segunda mão ainda terá muito que contar, mas uma final alemã vinha mesmo a calhar. Nem que seja para chatear o pessoal que partilhou fotos da Merkel nua no outro dia pouco antes da hora do almoço.
Tuesday, April 23, 2013
Munique II
Spielberg, step aside, there's a new massacre in town! O colectivo da (ex) melhor equipa da europa foi brutalmente assassinado por um bando de bárbaros da Baviera! Sangue abundante, vísceras à solta e membros decepados num campo de batalha verde com linhas brancas e bandeirolas. Diz-se que o Lionel "Dom Sebastião" Messi ficou perdido em combate, pois efectivamente ninguém lhe colocou a vista em cima durante os 90 minutos deste genocídio catalão. Há fortes suspeitas de que as agulhas usadas de Walter Casagrande tenham sido avistadas na sarjeta do balneário dos insaciáveis germânicos, tal a pujança física evidenciada. Guardiola já veio a público dizer que não percebe nada de alemão, e que quando assinou o contrato pensava que estava simplesmente a passar um autógrafo para a filha de Uli Hoeness.
Sunday, April 21, 2013
Individualidades
O Benfica ganhou hoje o jogo por um motivo apenas - não porque tenha sido melhor como equipa mas porque tem melhores jogadores que o Sporting. As simple as that. Jogadores como Salvio, Gáitan e Lima que não precisam de muito para marcar - e que belos golos que foram hoje parar ao fundo das redes das lagartixas - e que com essa qualidade da sua individualidade conseguiram inverter as aparentes tendências de supremacia de jogo sportinguista. E vai haver aí, of course, muitos "anti" a alucinar sobre os 7 ou 8 penalties, no mínimo, não assinalados contra o Glorioso - burros obviamente, pois só eles falam sobre arbitragem, segundo o Avôzinho da Fernanda - e a criar ainda mais pseudo-pressão-jornaleira nos próximos dias. Pena é que já só faltam 4 jogos, iguais aos 4 pontos de avanço sobre o 2º classificado. Mas vai ser díficil na Madeira, é preciso atitude e cabeça, calma e serenidade. É preciso jogar à campeão.
Moreirense 0 - FCP 3
Depois de um ou dois calafrios na primeira parte, não pela muita qualidade do Moreirense, mas porque possuem nas suas fileiras um jogador claramente acima da média para aquela zona da tabela classificativa (Ghilas), foi o regresso às vitórias tranquilas e competentes, coisa que já não me lembrava de ver há uns tempos para os nossos lados. Não que a qualidade do futebol produzido tenha sido excelente, porque não foi, mas pelo menos ficou claramente demonstrado em campo quem é melhor.
Quem também se lembrou de nos mostrar a todos que está claramente acima da média foi o colombiano com o queixo mais mortífero do planeta, ao voltar a fazer as pazes com as redes adversárias. O terceiro golo mostra uma qualidade só ao alcance de quem também joga à bola com a cabeça: a percepção do seu lugar em campo, da movimentação dos colegas e do posicionamento dos adversários, tudo no espaço de poucos segundos. Pena que recentemente tenha sido pouco ajudado pelos colegas de equipa que têm vindo a revelar grandes dificuldades em envolver-se no jogo ofensivo, mas a sua qualidade nunca deixou de estar presente mesmo em tempos de seca. Jackson Martínez pode falhar os penaltys que quiser, porque se continuar a este nível tem lugar em qualquer plantel do mundo.
Quem também se lembrou de nos mostrar a todos que está claramente acima da média foi o colombiano com o queixo mais mortífero do planeta, ao voltar a fazer as pazes com as redes adversárias. O terceiro golo mostra uma qualidade só ao alcance de quem também joga à bola com a cabeça: a percepção do seu lugar em campo, da movimentação dos colegas e do posicionamento dos adversários, tudo no espaço de poucos segundos. Pena que recentemente tenha sido pouco ajudado pelos colegas de equipa que têm vindo a revelar grandes dificuldades em envolver-se no jogo ofensivo, mas a sua qualidade nunca deixou de estar presente mesmo em tempos de seca. Jackson Martínez pode falhar os penaltys que quiser, porque se continuar a este nível tem lugar em qualquer plantel do mundo.
Tuesday, April 16, 2013
The Whatever Cup
Juro que gostaria de ficar irritado e desapontado com uma derrota como a de sábado. Dizem-me, afinal de contas, que é um troféu, ainda para mais inédito no museu do clube. Certíssimo, nada a apontar. E é sempre melhor vencer um troféu do que o perder, sem dúvida. Mas depois começam a falar-me nos regulamentos que não incluem prolongamento ou nas cheerleaders transformadas em apanha-bolas e há ali qualquer coisa que me incomoda realmente e me faz perder qualquer interesse sobre o desfecho do jogo.
A Taça da Liga tuga faz lembrar aqueles putos que nos querem chamar à força a atenção para a sua nova manobra de parkour quando nós na realidade nem sabemos o que raio é que parkour significa e só nos perguntamos porque é que o estúpido do puto está a subir para o telhado.
Fiquei bem mais chateado quando o FCP foi eliminado por este mesmo Braga na Taça de Portugal, e aí admito sem problemas que preferia ter reservado lugar na final e ganhá-la, por muito que o raio da taça continue a ser feia todos os dias, com mais floreados do que o penteado do Figo nos tempos do Sporting.
Também por isso, acho que a Taça ficou bem entregue, para um clube que realmente dará valor e exibirá com orgulho o troféu conquistado, símbolo de um crescimento sustentado ao longo da última década ao qual já começa a ser tempo de juntar títulos. Para os lados do Dragão, tal conquista nunca iria disfarçar uma época que se prevê fraca em termos de títulos nem salvar a pele do treinador que, mesmo conseguindo o milagre de ser campeão, já terá guia de marcha. Pelo contrário, para Braga, juntar a Taça da Liga a um também difícil 3º lugar pode bem ser o que José Peseiro precisa para não se juntar à já longa lista de desempregados deste país.
A Taça da Liga tuga faz lembrar aqueles putos que nos querem chamar à força a atenção para a sua nova manobra de parkour quando nós na realidade nem sabemos o que raio é que parkour significa e só nos perguntamos porque é que o estúpido do puto está a subir para o telhado.
Fiquei bem mais chateado quando o FCP foi eliminado por este mesmo Braga na Taça de Portugal, e aí admito sem problemas que preferia ter reservado lugar na final e ganhá-la, por muito que o raio da taça continue a ser feia todos os dias, com mais floreados do que o penteado do Figo nos tempos do Sporting.
Também por isso, acho que a Taça ficou bem entregue, para um clube que realmente dará valor e exibirá com orgulho o troféu conquistado, símbolo de um crescimento sustentado ao longo da última década ao qual já começa a ser tempo de juntar títulos. Para os lados do Dragão, tal conquista nunca iria disfarçar uma época que se prevê fraca em termos de títulos nem salvar a pele do treinador que, mesmo conseguindo o milagre de ser campeão, já terá guia de marcha. Pelo contrário, para Braga, juntar a Taça da Liga a um também difícil 3º lugar pode bem ser o que José Peseiro precisa para não se juntar à já longa lista de desempregados deste país.
Thursday, April 11, 2013
Sangue, Suor e Alegria
Admito que antes do jogo sentia-me ingénuamente ignorante como o Pardew, plenamente confiante na superioridade da minha equipa, e que com maior ou menor dificuldade o jogo em St. James Park seriam favas contadas. E a primeira parte manifestou bem isso, com o Benfica tranquilo, a controlar o meio-campo e a bola, e a desperdiçar as melhores oportunidades. Mas depois veio a segunda-metade, e...e.....e.......o Benfica simplesmente estoirou com a cavalgada e ritmo impressionantes impostos pelos britânicos que afinal são mais é africanos e só falam é francês. Mesmo assim, lá nos aguentamos ao seu futebol directo e veloz até o Matic ter decidido ter uma paragem cerebral, e a partir daí, foi sofrer, sofrer, sofrer...em demasia e desnecessariamente, a meu ver. Mas estamos nas meias e isso é o que interessa mais. Quem ganha competições europeias, passa por isto. Amanhã sabemos o nosso destino e só espero que não seja a equipa treinada pelo Abominável Homem Benitéz. Preferência pela Basileia, pois só fica a 800 kms de distância...
*Parabéns aos fantásticos adeptos do Newcastle. Todos os jogos de futebol deviam ter um ambiente assim!*
*Parabéns aos fantásticos adeptos do Newcastle. Todos os jogos de futebol deviam ter um ambiente assim!*
Tuesday, April 09, 2013
E continua a corrida
Mais uma vez, voltei a conseguir apanhar apenas meio jogo (a melhor parte, segundo opinião geral), portanto voltarei a não fazer grandes comentários. Ainda assim, pareceu-me uma vitória difícil mas certa perante uma equipa do Peseiro, que é como quem diz, uma das mais agradáveis equipas do campeonato, com futebol positivo e atractivo, mas que no final da temporada irá falhar por pouco os seus objectivos.
Não deixa de ser curioso que Kelvin se tenha revelado a figura decisiva do jogo pelos dois golos. Miúdo irrequieto mas trapalhão, perdeu a primeira bola que disputou no jogo, mas acabou por revelar o pé quente que certamente vai fazer os adeptos mais instáveis do que a Joan Crawford elevá-lo ao estatuto de herói, insultando depois o treinador por não o lhe dar mais minutos. "É tão bom como o Iturbe, que é tão bom como o Messi, e que só o estúpido do treinador é que não vê isso". Por falar em instabilidade, Otamendi é cá um prato: não desiste de nenhuma bola, forte no posicionamento e inteligente a sair com ela a jogar, colecciona ainda assim mais paragens cerebrais do que o Pepe nos seus tempos áureos. Eu, que pela primeira vez ouvi falar nele durante o Mundial de 2010 pelos piores motivos (OK, os delírios do Maradona colocavam-no a jogar a lateral direito, mas mesmo assim...), ainda não percebi se é gajo tão bom como o pintam.
A perseguição ao Benfica continua, e eu cá continuo com a sensação de que Vitor Pereira terminará o campeonato com uma das melhores percentagens de vitórias da história do clube e não passará de primeiro dos últimos. Espero, obviamente, estar enganado quanto à classificação final. A ver se vejo os próximos capítulos com mais regularidade.
Não deixa de ser curioso que Kelvin se tenha revelado a figura decisiva do jogo pelos dois golos. Miúdo irrequieto mas trapalhão, perdeu a primeira bola que disputou no jogo, mas acabou por revelar o pé quente que certamente vai fazer os adeptos mais instáveis do que a Joan Crawford elevá-lo ao estatuto de herói, insultando depois o treinador por não o lhe dar mais minutos. "É tão bom como o Iturbe, que é tão bom como o Messi, e que só o estúpido do treinador é que não vê isso". Por falar em instabilidade, Otamendi é cá um prato: não desiste de nenhuma bola, forte no posicionamento e inteligente a sair com ela a jogar, colecciona ainda assim mais paragens cerebrais do que o Pepe nos seus tempos áureos. Eu, que pela primeira vez ouvi falar nele durante o Mundial de 2010 pelos piores motivos (OK, os delírios do Maradona colocavam-no a jogar a lateral direito, mas mesmo assim...), ainda não percebi se é gajo tão bom como o pintam.
A perseguição ao Benfica continua, e eu cá continuo com a sensação de que Vitor Pereira terminará o campeonato com uma das melhores percentagens de vitórias da história do clube e não passará de primeiro dos últimos. Espero, obviamente, estar enganado quanto à classificação final. A ver se vejo os próximos capítulos com mais regularidade.
Sunday, April 07, 2013
Sem Espinhas
Já comi há uns tempos atrás, lá para os lados de Olhão, uns belos salmonetes que apenas pecavam por ter muitas espinhas. Sorte que hoje este Olhanete, pescado na teia de Cristo, estava mais tenrinho e era só boa xixa para comer. Mesmo com uma primeira parte perdulária e de sentido único - que me fez pensar duas vezes em beber uns shots valentes de Jagermeister - o primeiro golo lá surgiu pela bota de Salvio, seguido do segundo pelo muy gracioso Matic...e depois foi só ver o Benfica jogar, controlar e trocar a bola com o maior dos à vontades...
É isto que queremos. Atitude e tranquilidade! Siga para Newcastle...
É isto que queremos. Atitude e tranquilidade! Siga para Newcastle...
Saturday, April 06, 2013
Alargamento da Liga
Há coisas estúpidas, há coisas muito estúpidas, há amigos que oferecem 288 mil broas, e depois há a decisão de alargar a Liga para 18 equipas...
Thursday, April 04, 2013
Benfica X Newcasten
What a game lads! Some tidbits in that strange latin language, Portuguese:
- O Benfica entrou mal de mais no jogo e pode dar graças a Artur, ao poste e a não sei quem mais por não ter ficado a a perder por dois bem cedo;
- O árbitro francíu, falante da língua de 99% do plantel do Newcasten da Premiershippin, esteve bem caseirinho...imaginem só que teve que ser o auxiliar a marcar aquela jogada de voleibol - adorei como o Taylor, que nem amarelo levou, tentou disfarçar - e ainda manda o Cardozo repetir o pontapé por motivos que só Michel Platini conhece;
- Aquele golo de Lima parece fácil, mas não é...que categoria pá;
- Podíamos ter apertado um pouquinhooooo mais à procura do 4º, mas acho que vamos marcar esse em St. James Park, onde o ambiente vai ser porreiríssimo e nos espera um jogo bem intenso e complicado...
See you all next week!
- O Benfica entrou mal de mais no jogo e pode dar graças a Artur, ao poste e a não sei quem mais por não ter ficado a a perder por dois bem cedo;
- O árbitro francíu, falante da língua de 99% do plantel do Newcasten da Premiershippin, esteve bem caseirinho...imaginem só que teve que ser o auxiliar a marcar aquela jogada de voleibol - adorei como o Taylor, que nem amarelo levou, tentou disfarçar - e ainda manda o Cardozo repetir o pontapé por motivos que só Michel Platini conhece;
- Aquele golo de Lima parece fácil, mas não é...que categoria pá;
- Podíamos ter apertado um pouquinhooooo mais à procura do 4º, mas acho que vamos marcar esse em St. James Park, onde o ambiente vai ser porreiríssimo e nos espera um jogo bem intenso e complicado...
See you all next week!
Para quem?
A Taça da Liga continua a sua afirmação como uma das provas mais irrelevantes na história da Xixa. Uma épica meia-final jogada a uma quarta-feira pelas 16:45 só teria sido mais épica se de repente o Liedson se recordasse do que é suposto fazer com uma bola de futebol.
Saturday, March 30, 2013
Baby Yellow Steps
Baby - Bébé...que jogador que pode estar ali! Eu mandava já um cabaz ao Sir Alex com umas belas garrafas do melhor tintol alentejano e começava a negociar sorrateiramente a vinda dele para o Benfas.
Yellow - A tonalidade encartonada da partida de hoje. Mas que palhaçito, e tipicamente árbitro tuga, este Rui Costa. Ouve lá palhaço...Rui Costa só há um! Um jogo vivo, com verticalidade, futebol corrido e aberto, oportunidades em fartazana, com o Rio Ave a também querer jogar bem à bola...e são mostrados 12 cartões amarelos!!! E o mais rídiculo é que a única troçada verdadeiramente rasgadinha, e que deixou o Salvio KO, passou em branco...whatever...
Steps - Menos um jogo, mais um passo...é este o caminho, nem que seja com o Luisinho!
Yellow - A tonalidade encartonada da partida de hoje. Mas que palhaçito, e tipicamente árbitro tuga, este Rui Costa. Ouve lá palhaço...Rui Costa só há um! Um jogo vivo, com verticalidade, futebol corrido e aberto, oportunidades em fartazana, com o Rio Ave a também querer jogar bem à bola...e são mostrados 12 cartões amarelos!!! E o mais rídiculo é que a única troçada verdadeiramente rasgadinha, e que deixou o Salvio KO, passou em branco...whatever...
Steps - Menos um jogo, mais um passo...é este o caminho, nem que seja com o Luisinho!
Tuesday, March 26, 2013
Passagem de Testemunho
Juom, acho que devemos mudar o nome do Blog para "Lagartadas" e dedicarmo-nos exclusivamente a acompanhar a vida presidencial desta personagem...há todo um imenso potencial cómico nisto! Good Times!
Sunday, March 24, 2013
Um piscar de olhos e...
Um gajo desvia um bocado a atenção do universo da Xixa durante uma semana e quando percebe, o FCP reforça a sua curva descendente que começou após a excelente exibição contra o Málaga e se agravou com a lesão do Moutinho e a selecção mostra que o mal vai muito para além do Carlos Queiroz (que já era mau o suficiente). Neste último caso convém se calhar começar a fazer algo mais do que rezar à senhora do Caravaggio que o outro senhor nos emprestou e nenhum de nós sabe quem é, e implementar de uma vez por todas uma política de formação e desenvolvimento de jogadores portugueses ou seleccionáveis por Portugal que faça algum sentido. Até lá, iremos sofrer sempre para nos qualificarmos para as grandes competições (e ou aparecem uns jovens realmente bons nos próximos anos ou vamos passar mais uma fase a vê-las no sofá) e fazer do espírito de conquista a nossa única arma para conseguir algo positivo quando lá chegarmos.
Saturday, March 23, 2013
I can't live if living is without you...
I can't live if living is without you.
I can't live, I can't give anymore.
I can't live if living is without you.
I can't give, I can't give anymore...!!!!!!!!
(Clickar na imagem para mais efeito dramático)
Goodbye King of Unintentional Comedy!
Agora só espero que hoje ganhe o Severino ou o Carvalho, porque estou convicto que com qualquer um desses dois vamos continuar a ter barrigadas de riso...
Sunday, March 17, 2013
Jackson, é assim que se marca:
...e com isto vamos com 4 pontinhos de avanço. Nem sei bem o que dizer porque não estava mesmo à espera. Esta é a altura em costumamos acusar a pressão e os andrades não. E estranhamente o FCP hoje foi uma equipa nervosa, sem fio-de-jogo e aos tropelões enquanto o Benfica foi uma equipa que sabia o que queria dentro de campo, que trocou bem a bola, aproveitou os espaços nas laterais e ganhou com naturalidade. Isto tudo parece uma espécie de Bizarro Universe...and I quite like it! Claro que ainda faltam 7 jornadas, e nada está verdadeiramente decidido. Mas evitando erros do passado, acreditando, lutando e mostrando em campo que somos "melhores", está perfeitamente ao nosso alcance.
Friday, March 15, 2013
Quando eu era pequenino - Episódio 1: Marcado para a vida.
Tinha na altura 9 anos. Futebol? Please... Não havia nessa altura nada no Universo que se comparasse a uma tartaruga ninja mutante treinada nas artes de auto-defesa por uma ratazana.
Na altura, toda a minha experiência de futebol ao vivo resumia-se a dois acontecimentos. A 15 de Junho de 1991, o Brasil vencia a Costa do Marfim no primeiro jogo da fase de grupos do Mundial de sub-20 numa excelente noite de Verão, e a festa da torcida encantou-me durante 90 minutos. Os dados oficiais falam num 2-1 final, embora a minha memória por algum motivo insista num 3-1 para os brasileiros. Um golo anulado talvez? Seja como for, é também a única memória que tenho da minha mãe num estádio de futebol, algo que não estou a ver repetir-se.
Meses mais tarde, Setembro de 1991, a selecção sénior portuguesa recebia a Finlândia em jogo de apuramento para o Euro '92. O calor e a loucura das bancadas do jogo anterior eram desta feita substituídos por uma noite de chuva torrencial que sugou todo o entusiasmo de um jovem que não percebia absolutamente nada de bola e só lá tinha ido para a festa. O único momento parecido com isso foi o golo do César Brito, um simples encosto em cima da linha que nos deu a vitória por 1-0. A memória recorda também um penalty que não faço ideia se existiu. A única coisa em comum nos dois jogos era o local. O maravilhoso Estádio das Antas que, estava longe de saber, se iria tornar local habitual de peregrinação pouco tempo depois.
Era dia de escola, não me consigo lembrar da matéria dada. A professora diz à turma que tem bilhetes para oferecer aos melhores alunos para um jogo de futebol no fim de semana. Fazendo-me valer do estatuto de aluno bem comportado, estatuto esse ganho às custas de boas notas e... bem... bom comportamento, suponho, levantei imediatamente o braço num gesto impulsivo e a professora Isabel não pestanejou. Fui o primeiro a ser confirmado. Porque tinha levantado o braço? Não fazia ideia. Iam ser 90 minutos de gajos a correr atrás de uma bola. Talvez houvesse mais festa. Chegado o meu pai a casa, disse-lhe que tinha pedido bilhetes à professora para ir às Antas. Incrédulo, o meu pai perguntava-me se falava a sério. "A sério, respondi-lhe. São para o Porto contra... [nesta altura tive de olhar novamente para os bilhetes. Contra quem, mesmo?]... o Farense!". O meu pai sempre fora portista da cabeça aos pés, mas ao contrário de muitos que acreditam que o caminho é tornar os filhos sócios do clube antes de nascerem, para ele o caminho era para ser descoberto por nós. O portismo, tal como a religião por exemplo, nunca foi imposto em casa. Nunca houve pressão para dar pontapés na bola nem para me vestir de azul. Sinceramente antes deste dia não tenho qualquer memória futebolística ligada aos dragões. Queria ir ao estádio, queria ouvir pessoas em delírio a gritar "GOLO!"
Dia 25 de Outubro. Uma tarde solarenga de domingo. Sabia que, se não houvesse cantoria nas bancadas, pelo menos não ia ficar ensopado. O impacto da entrada no estádio foi imediato. Atingido logo ali por um raio que me marcou para a vida. O verde do relvado em contraste com as cinzentas bancadas de pedra foi visto pela primeira vez à luz do sol num tempo em que ir ao futebol durante a tarde era o hábito e não a excepção. Nas bancadas, mais gente do que em qualquer dos jogos anteriores. O Farense foi aviado por 3-0. Lembro-me de um golo do Semedo de cabeça como se tivesse sido ontem, mas acima de tudo lembro-me de sentir que pertencia ali, no meio daquela gente que gritava de felicidade quando a bola entrava na baliza e que dirigia as maiores obscenidades ao árbitro quando este tomava uma decisão contra. Assim que cheguei a casa esperei ansiosamente pelo Domingo Desportivo. Não era certamente pela Cecília Carmo, mas sim porque queria rever o que tinha acontecido horas antes. Queria voltar a festejar os golos.
No dia seguinte, na escola, convenci os meus colegas de ninjice a juntar-mo-nos ao grande jogo que sempre ocorria no intervalo da manhã, onde entravam basicamente 80% dos rapazes que estavam a ter aulas àquela hora. Marquei um golo na estreia, parecido com o do César Brito contra a Finlândia. Espectáculo! "Mas ele é do Benfica, pá!" "Não quero saber! Jogou por Portugal.". No final da época de 1992/93 festejámos o título a uma jornada do fim no sempre difícil campo do Beira-Mar, ganhando por 1-0 com golo do Timofte, e aproveitando o empate do Benfica contra o Estoril. O treinador era o brasileiro Carlos Alberto Silva e no plantel estavam gente como Vítor Baía, João Pinto, Fernando Couto, Aloísio, André, Jaime Magalhães, Rui Filipe, Kostadinov, Domingos, Timofte, Semedo, Paulinho Santos... Com os ouvidos colados à rádio gritei de alegria em casa assim que soou o apito final. A seguir fui com o meu pai passear pela Foz, divertir-me com os loucos que buzinavam sem parar e gritavam em plenos pulmões pelo campeão. Estava marcado para a vida.
Na altura, toda a minha experiência de futebol ao vivo resumia-se a dois acontecimentos. A 15 de Junho de 1991, o Brasil vencia a Costa do Marfim no primeiro jogo da fase de grupos do Mundial de sub-20 numa excelente noite de Verão, e a festa da torcida encantou-me durante 90 minutos. Os dados oficiais falam num 2-1 final, embora a minha memória por algum motivo insista num 3-1 para os brasileiros. Um golo anulado talvez? Seja como for, é também a única memória que tenho da minha mãe num estádio de futebol, algo que não estou a ver repetir-se.
Meses mais tarde, Setembro de 1991, a selecção sénior portuguesa recebia a Finlândia em jogo de apuramento para o Euro '92. O calor e a loucura das bancadas do jogo anterior eram desta feita substituídos por uma noite de chuva torrencial que sugou todo o entusiasmo de um jovem que não percebia absolutamente nada de bola e só lá tinha ido para a festa. O único momento parecido com isso foi o golo do César Brito, um simples encosto em cima da linha que nos deu a vitória por 1-0. A memória recorda também um penalty que não faço ideia se existiu. A única coisa em comum nos dois jogos era o local. O maravilhoso Estádio das Antas que, estava longe de saber, se iria tornar local habitual de peregrinação pouco tempo depois.
Era dia de escola, não me consigo lembrar da matéria dada. A professora diz à turma que tem bilhetes para oferecer aos melhores alunos para um jogo de futebol no fim de semana. Fazendo-me valer do estatuto de aluno bem comportado, estatuto esse ganho às custas de boas notas e... bem... bom comportamento, suponho, levantei imediatamente o braço num gesto impulsivo e a professora Isabel não pestanejou. Fui o primeiro a ser confirmado. Porque tinha levantado o braço? Não fazia ideia. Iam ser 90 minutos de gajos a correr atrás de uma bola. Talvez houvesse mais festa. Chegado o meu pai a casa, disse-lhe que tinha pedido bilhetes à professora para ir às Antas. Incrédulo, o meu pai perguntava-me se falava a sério. "A sério, respondi-lhe. São para o Porto contra... [nesta altura tive de olhar novamente para os bilhetes. Contra quem, mesmo?]... o Farense!". O meu pai sempre fora portista da cabeça aos pés, mas ao contrário de muitos que acreditam que o caminho é tornar os filhos sócios do clube antes de nascerem, para ele o caminho era para ser descoberto por nós. O portismo, tal como a religião por exemplo, nunca foi imposto em casa. Nunca houve pressão para dar pontapés na bola nem para me vestir de azul. Sinceramente antes deste dia não tenho qualquer memória futebolística ligada aos dragões. Queria ir ao estádio, queria ouvir pessoas em delírio a gritar "GOLO!"
Dia 25 de Outubro. Uma tarde solarenga de domingo. Sabia que, se não houvesse cantoria nas bancadas, pelo menos não ia ficar ensopado. O impacto da entrada no estádio foi imediato. Atingido logo ali por um raio que me marcou para a vida. O verde do relvado em contraste com as cinzentas bancadas de pedra foi visto pela primeira vez à luz do sol num tempo em que ir ao futebol durante a tarde era o hábito e não a excepção. Nas bancadas, mais gente do que em qualquer dos jogos anteriores. O Farense foi aviado por 3-0. Lembro-me de um golo do Semedo de cabeça como se tivesse sido ontem, mas acima de tudo lembro-me de sentir que pertencia ali, no meio daquela gente que gritava de felicidade quando a bola entrava na baliza e que dirigia as maiores obscenidades ao árbitro quando este tomava uma decisão contra. Assim que cheguei a casa esperei ansiosamente pelo Domingo Desportivo. Não era certamente pela Cecília Carmo, mas sim porque queria rever o que tinha acontecido horas antes. Queria voltar a festejar os golos.
No dia seguinte, na escola, convenci os meus colegas de ninjice a juntar-mo-nos ao grande jogo que sempre ocorria no intervalo da manhã, onde entravam basicamente 80% dos rapazes que estavam a ter aulas àquela hora. Marquei um golo na estreia, parecido com o do César Brito contra a Finlândia. Espectáculo! "Mas ele é do Benfica, pá!" "Não quero saber! Jogou por Portugal.". No final da época de 1992/93 festejámos o título a uma jornada do fim no sempre difícil campo do Beira-Mar, ganhando por 1-0 com golo do Timofte, e aproveitando o empate do Benfica contra o Estoril. O treinador era o brasileiro Carlos Alberto Silva e no plantel estavam gente como Vítor Baía, João Pinto, Fernando Couto, Aloísio, André, Jaime Magalhães, Rui Filipe, Kostadinov, Domingos, Timofte, Semedo, Paulinho Santos... Com os ouvidos colados à rádio gritei de alegria em casa assim que soou o apito final. A seguir fui com o meu pai passear pela Foz, divertir-me com os loucos que buzinavam sem parar e gritavam em plenos pulmões pelo campeão. Estava marcado para a vida.
Toon Army
And Newcastle it is...
Quando penso nesta equipa, e no seu "Toon Army", penso sempre em grandes Pints, Guiness à fartzana, Bifes branquelas aos altos berros, and so on...por isso sabemos que podemos contar com um grande ambiente nos dois jogos. E St. James Park tem uma bela dose de mística. Mas no que ao futebol diz respeito, creio que somos consideravelmente superiores, com o devido respeito pelos Magpies. É para passar ou...passar.
Quando penso nesta equipa, e no seu "Toon Army", penso sempre em grandes Pints, Guiness à fartzana, Bifes branquelas aos altos berros, and so on...por isso sabemos que podemos contar com um grande ambiente nos dois jogos. E St. James Park tem uma bela dose de mística. Mas no que ao futebol diz respeito, creio que somos consideravelmente superiores, com o devido respeito pelos Magpies. É para passar ou...passar.
Thursday, March 14, 2013
On y va
Je croix que Benfica a joué un bon match...com muiiiita tranquilidade e com uma vitória perfeiiiitamente natural. Convinhamos, este Girondins era assim para o fraquinho, mas "são as equipas fortes que tornam as outras fracas", já dizia Oliveira Pascal . Fiquei deveras surpreendido com a excelente exibição de Roderick Jefferson Miranda, quiçá este jogo o tenha tornado num "jogador de futebol". Pena o Jardel - pois até acho que também esteve em excelente plano - que acabou por borrar a bela pintura por duas vezes, devidamente recuperada por um par de pinceladas artísticas de Óscar Picasso Cardozo.
E agora...não quero o Chelsea, e já agora, o Tottenham também não. Como é óbvio, vai ser um destes dois.
E agora...não quero o Chelsea, e já agora, o Tottenham também não. Como é óbvio, vai ser um destes dois.
Wednesday, March 13, 2013
Málaga 2 - FCP 0
Depois de ter realizado na primeira mão uma das melhores exibições da temporada, o campeão nacional fez na segunda partida exactamente o oposto. Após uns primeiros 15/20 minutos jogados com segurança, regrediu-se imediatamente para os anos 90, onde cada partida fora de casa era sempre uma dor de cabeça mesmo frente a um adversário que, como neste caso, estava perfeitamente ao alcance. Sem capacidade para aguentar a pressão psicológica da eliminatória, parece-me que o grande problema do Porto europeu de Vítor Pereira é mais mental do que outra coisa. Mesmo sem o adversário pressionar muito em campo, perdiam-se bolas na saída para o ataque sem grande justificação, e quando João Moutinho, o único homem com discernimento para pautar ritmos em condições mais adversas, estava a jogar em inferioridade física (má gestão física? Agravamento de lesão que o irá deixar de fora mais tempo? A ver vamos...), pior ficaram as coisas. Depois foi ver o adversário crescer, marcar, perceber o estado do jogo, acalmar, não se deixar galvanizar pelo público, e esperar pelo segundo que chegou com naturalidade face ao que estava a ser o jogo: um adversário cagado e com menos um em campo devido a uma escusadíssima expulsão. A cereja no topo do bolo: depois de se ver a perder na eliminatória, o FCP lá se lembrou que precisava de fazer alguma coisa e teve um vislumbre de algo parecido com futebol lógico. Muito pouco para quem tinha ambições de fazer mais.
Monday, March 11, 2013
Pascal Pá...
Como nao vi um segundo da manita de ontem aos Pintaínhos de Barcelos, hoje só tenho isto para postar:
És grande JJ!
És grande JJ!
Friday, March 08, 2013
FCP 2 - Estoril 0
Eram cerca das 20:15 quando cheguei à conclusão de que era melhor começar a pensar em algo para fazer pois o meu início de noite acabou bem mais cedo do que o previsto, tal como a única actividade máscula que tinha planeado para uma noite em que a mulher estava fora: pontapé na xixa. Depois disso preparei o jantar, jantei, arrumei a cozinha, deixei a roupa a secar, e ia ocasionalmente espreitando o jogo, seguro que estava de que após um golo de canto e outro de penalty, o Porto ia voltar tranquilamente à liderança provisória do campeonato sem sequer criar uma clara ocasião de golo, aproveitando para poupar baterias para o jogo com o Málaga. É em noites como esta que agradeço não ter lugar cativo no estádio e penar 75 minutos de um jogo de futebol para o qual nem os jogadores parecem suficientemente motivados. A minha natureza pragmática entende perfeitamente esta gestão de forças, e não vou por isso disparar sobre a fraca qualidade do espectáculo. Se o importante era ganhar e sair ileso para o embate de 4ªa feira em Espanha, o objectivo foi cumprido a 100%, mas depois não se queixem das fracas assistências no estádio em vésperas ou após os jogos europeus quando o futebol a meio-gás é mais certo do que um bando de pombas brancas a voar em câmara lenta num filme do John Woo.
Thursday, March 07, 2013
Bad Game
- Jeeeezzz...that was a bad game. Jeeeeezzz...that was a bad game.
- Why did you say it twice?
- I didn't!
Foi mau. Foi fraquinho. Foi assim para o horroroso. 5 titulares absolutos de fora não servem para desculpar tudo. Eu sei que este Girondins não motiva ninguém, e só faz pensar em beber um Bordeaux com Foie Gras, mas correr um bocadinho nunca fez mal a uma equipa de futebol. E mesmo que o Roderick Jefferson Miranda não tenha jogado assim tão mal, uma equipa que está nesta fase da Liga Europa não pode jogar com Roderick Jefferson Miranda naquela posição. Onde está o André Gomes, por amor de teu Pai, Jesus?
Mas mesmo com estas "condicionantes", ganhamos 1-0, redes invioladas em casa e ainda falhamos um escandaloso golo...não foi Melga? Se jogarmos como em Leverkusen - e isso é um big "se" - a eliminatória está perfeitamente ao alcance. Só espero que estes novos desenvolvimentos tácticos laissez faire de JJ não nos tragam amargos de boca no futuro próximo.
- Why did you say it twice?
- I didn't!
Foi mau. Foi fraquinho. Foi assim para o horroroso. 5 titulares absolutos de fora não servem para desculpar tudo. Eu sei que este Girondins não motiva ninguém, e só faz pensar em beber um Bordeaux com Foie Gras, mas correr um bocadinho nunca fez mal a uma equipa de futebol. E mesmo que o Roderick Jefferson Miranda não tenha jogado assim tão mal, uma equipa que está nesta fase da Liga Europa não pode jogar com Roderick Jefferson Miranda naquela posição. Onde está o André Gomes, por amor de teu Pai, Jesus?
Mas mesmo com estas "condicionantes", ganhamos 1-0, redes invioladas em casa e ainda falhamos um escandaloso golo...não foi Melga? Se jogarmos como em Leverkusen - e isso é um big "se" - a eliminatória está perfeitamente ao alcance. Só espero que estes novos desenvolvimentos tácticos laissez faire de JJ não nos tragam amargos de boca no futuro próximo.
Jogo Europeu visto pela Imprensa Tuga
E hoje há mais um jogo europeu contra o Girondins Bordeaux, adversário que...
- ...mas que é isto! Isto nao interessa a ninguém! Vamos mas é perguntar pela enésima vez se o Jesus vai renovar com o Benfica!
E é nestes momentos que se nota que estamos naquela fase da época, onde o ganha-pao habitual dos jornalistas amestrados é noticiar de forma sensacionalista o Maior de Portugal.
- ...mas que é isto! Isto nao interessa a ninguém! Vamos mas é perguntar pela enésima vez se o Jesus vai renovar com o Benfica!
E é nestes momentos que se nota que estamos naquela fase da época, onde o ganha-pao habitual dos jornalistas amestrados é noticiar de forma sensacionalista o Maior de Portugal.
Sunday, March 03, 2013
Liderança...mais para o menos...
Só vi a 2ª parte do jogo do Benfas, e...não tenho mesmo mais nada para acrescentar! Já não bastava ter comido algo estragado ontem e ainda tive que deglutir hoje à noite aquele "futebol"! Mas como nem tudo é mau, foi bonito ver aquelas bancadas cheias de adeptos e simpatizantes do Maior de Portugal - isto só está ao alcance de um clube especial, e os jogadores e seu treinador deveriam ter tido, também eles, especial atenção a esse facto...
AVB Report
Serei breve, até porque há uns tempos já aqui expliquei aquilo que gosto e o que não gosto particularmente neste Tottenham. Apenas para dizer que depois da sua saída abrupta da cadeira de sonho, AVB parece estar a recuperar o karma. O sofrimento e a perda de pontos nos últimos minutos iniciada no Chelsea dá agora lugar a uma equipa segura e firme na hora de defender com tudo. O português percebeu que mais importante do que colocar os Spurs a jogar como gosta era construir uma equipa sólida e acumular bons resultados - não que a qualidade do jogo seja má, e o momento fulgurante de forma do Gareth Bale tem muito a ver com trabalho de treinador. A confiança parece estar em alta para aqueles lados e o apuramento para a Liga dos Campeões do próximo ano é uma realidade que depende única e exclusivamente da competência interna. Na Premier League, com 10 jornadas por disputar, muito pode ainda acontecer e o sonho e a decepção podem estar separadas por um pequeno passo, mas depois de passar uma época invicto frente ao Manchester United, se terminar o campeonato à frente do Arsenal, André Villas-Boas tornar-se-à um ídolo para aqueles lados de Londres.
SCP 0 - FCP 0
Já se sabe de há uns anos a esta parte que em Alvalade, receber o campeão nacional é sinónimo de fazer o jogo da época, mesmo que neste caso o jogo da época seja entregar por completo o jogo ao adversário e esperar pela desinspiração deste, e por um ou outro lance de transição rápida que possa dar golo. Daí que comentar este jogo não possa ser muito diferente de um Porto - Olhanense ou coisa que o valha. Sporting com as linhas todas recuadas à espera da perda de bola e lançamento rápido para o ataque. Uma coisa é certa, se houve quem se queixasse que este Sporting agora é uma equipa B, pelo menos desta vez tem um treinador a sério e, por muito manhosa que seja uma estratégia, não deixa de ser isso mesmo, uma estratégia. Nem toda a gente teve a sorte de ir jogar a Alvalade com um calhau a preparar os jogos.
Mas se é verdade que a postura dos verdinhos foi pequena, não é menos verdade que se voltaram a fazer sentir as dificuldades do Porto para furar defesas baixas. O domínio voltou a estender-se por todo o campo, e chegaram mesmo a acontecer lances de perigo, mas frente a uma equipa que tem por hábito fazer do seu guarda-redes o melhor em campo, é preciso forçar mais um pouco. Inadmissível ficar a zeros contra uma equipa que tem o Rojo no onze inicial. Faltou Moutinho e com ele alguma objectividade e controlo na saída para o ataque, mas também Mangala no lugar de um Maicon que depois da lesão desespera na busca pela melhor forma. Este foi o filme do jogo até aos 80 minutos, com o Sporting a conseguir apenas dois lances de perigo (muito perigo, diga-se) e um Porto a controlar tudo o resto mas com a postura de que o resolveria mais cedo ou mais tarde.
Até que aconteceu o surreal. Com o árbitro a dar uma ajuda aos leões e tirar Rojo de campo a dez minutos do fim, Vítor Pereira cometeu o erro fatal: a entrada de Liedson e saída de Defour rompeu completamente com as ligações entre o meio-campo e o ataque, partiu o jogo em vez de asfixiar o Sporting no seu meio-campo, e acabou por ser o adversário a estar mais próximo do golo da vitória. Para alguém que se diz tão fiel a um modelo táctico e a um estilo de jogo como o Vítor Pereira, essa opção deitou tudo a perder. Mais do que pensar como treinador, pensou como adepto e meteu a carne toda no assador, convidou o caos a entrar num jogo que o próprio afirma gostar de ver controlado.
Nota final para um jogador do Sporting chamado Fokobo. Por nada mais a não ser por se chamar Fokobo. Ia julgar que tinha lido esse prato da última vez que fui a um restaurante de sushi.
Mas se é verdade que a postura dos verdinhos foi pequena, não é menos verdade que se voltaram a fazer sentir as dificuldades do Porto para furar defesas baixas. O domínio voltou a estender-se por todo o campo, e chegaram mesmo a acontecer lances de perigo, mas frente a uma equipa que tem por hábito fazer do seu guarda-redes o melhor em campo, é preciso forçar mais um pouco. Inadmissível ficar a zeros contra uma equipa que tem o Rojo no onze inicial. Faltou Moutinho e com ele alguma objectividade e controlo na saída para o ataque, mas também Mangala no lugar de um Maicon que depois da lesão desespera na busca pela melhor forma. Este foi o filme do jogo até aos 80 minutos, com o Sporting a conseguir apenas dois lances de perigo (muito perigo, diga-se) e um Porto a controlar tudo o resto mas com a postura de que o resolveria mais cedo ou mais tarde.
Até que aconteceu o surreal. Com o árbitro a dar uma ajuda aos leões e tirar Rojo de campo a dez minutos do fim, Vítor Pereira cometeu o erro fatal: a entrada de Liedson e saída de Defour rompeu completamente com as ligações entre o meio-campo e o ataque, partiu o jogo em vez de asfixiar o Sporting no seu meio-campo, e acabou por ser o adversário a estar mais próximo do golo da vitória. Para alguém que se diz tão fiel a um modelo táctico e a um estilo de jogo como o Vítor Pereira, essa opção deitou tudo a perder. Mais do que pensar como treinador, pensou como adepto e meteu a carne toda no assador, convidou o caos a entrar num jogo que o próprio afirma gostar de ver controlado.
Nota final para um jogador do Sporting chamado Fokobo. Por nada mais a não ser por se chamar Fokobo. Ia julgar que tinha lido esse prato da última vez que fui a um restaurante de sushi.
Thursday, February 28, 2013
Premier League
Premier
Definition of the word by the English Dictionary - 1. First in Status or Importance;
Ou seja, por outras palavras, Premier rima com Benfica e Benfica rima com Premier.
Noutro tipo de análise, esta notícia pode vir a proporcionar muitas coisas: o princípio do fim do monopólio Sporttb; o Freitas Lobo deixar a breve prazo de saber o 11 titular do Man-U e os Monty Python reunirem-se de novo para fazerem um sketch com as inúmeras potencialidades cómicas desta situacao.
Definition of the word by the English Dictionary - 1. First in Status or Importance;
Ou seja, por outras palavras, Premier rima com Benfica e Benfica rima com Premier.
Noutro tipo de análise, esta notícia pode vir a proporcionar muitas coisas: o princípio do fim do monopólio Sporttb; o Freitas Lobo deixar a breve prazo de saber o 11 titular do Man-U e os Monty Python reunirem-se de novo para fazerem um sketch com as inúmeras potencialidades cómicas desta situacao.
Wednesday, February 27, 2013
Wunderbar
Enquanto eu gelava em pleno Gerhard Hannapi Stadium a ver esse clássico do futebol distrital europeu - "Rapid Wien" gegen "Sturm Graz" - e me deliciava com o ambiente nas bancadas e me assustava com as inabilidades no relvado, houve a primeira meia-final da taça da liga. E o Benfica perdeu em penalties, pelos vistos. E poupou sete dos habituais titulares. E ninguém saiu lesionado tanto quanto eu sei. Ou seja...Wunderbar! Magnifique! Fabulous!
PS1:Já reparei que há muitos benfiquistas descontentes com o onze apresentado por Jesus e com a consequente eliminação. "Uma final é uma final, é um troféu perdido, yada yada yada"...gimme a break guys! Vocês são os mesmos que o ano passado se queixavam que o Jesus não fazia rotatividade no plantel! Eu também gostava de ganhar tudo, mas o objectivo é não cometer os erros transactos...
PS2: Já reparei também que há muitos Anti-Benfica a celebrar vigorosamente a eliminação do Maior de Portugal. Piadas, provocações, gabarolices, um verdadeiro fartote. Eles sabem o rídiculo da coisa, e muitos destes são os mesmos que apelidam o troféu de Taça Carica, etc e tal. Mas é mesmo assim, é mais forte que eles, é a sua génese, a sua essência, a sua eterna doença...
PS1:Já reparei que há muitos benfiquistas descontentes com o onze apresentado por Jesus e com a consequente eliminação. "Uma final é uma final, é um troféu perdido, yada yada yada"...gimme a break guys! Vocês são os mesmos que o ano passado se queixavam que o Jesus não fazia rotatividade no plantel! Eu também gostava de ganhar tudo, mas o objectivo é não cometer os erros transactos...
PS2: Já reparei também que há muitos Anti-Benfica a celebrar vigorosamente a eliminação do Maior de Portugal. Piadas, provocações, gabarolices, um verdadeiro fartote. Eles sabem o rídiculo da coisa, e muitos destes são os mesmos que apelidam o troféu de Taça Carica, etc e tal. Mas é mesmo assim, é mais forte que eles, é a sua génese, a sua essência, a sua eterna doença...
League Cup
Eu sei que nem todos os benfiquistas pensam desta forma, mas hoje é para jogar com este onze, ou uma variação deveras semelhante:
Paulo Lopes
Miguel Vítor
Roderick
Jardel
Luisinho
André Gomes
André Almeida
Urreta
Aimar
Rodrigo
Kardec
Nem mais, nem menos. Há demasiados jogos num futuro próximo, e este é o menos importante.
Também acho que mesmo com estes jogadores podemos ganhar, mas poderá estar na altura de deixar cair este troféu, para assim de repente ele já passar a ser relevante e importante para algumas agremiações desportivas...
Sunday, February 24, 2013
O Poder de Nostradamus
Nostradamus, vulgo conhecido como o maior profecista de sempre, que supostamente previu eventos inacreditáveis - como o Grande Fogo de Londres, a ascensão ao poder de Napoleão e Adolfo, e a invenção do YouTube como veículo de exposição de escutas telefónicas com conteúdos frutados - pensava-se morto e enterrado, já no longínquo século XVI. Afinal, e para absoluta surpresa da humanidade e dos adeptos da xixa no particular, está bem vivo e de saúde, e consegue prever resultados do muy nobre glorioso Benfica numa dimensão diametralmente oposta!
Quanto ao jogo de hoje do Benfas, não há muito a dizer. Foi uma vitória tranquila. A equipa entrou com atitude, marcou cedo, e isso ajudou a que tudo corresse dentro da normalidade. O Paços esteve uns furos bem abaixo do que era suposto, pelo menos a ajuízar pela análise dos comentadores televisivos (LOL) de serviço. O Artur teve uma noite demasiado sossegada e nem sequer consigo destacar ninguém. Como apraz tanto dizer ao Vitótó Pereira - foi uma vitória conseguida "de forma limpa, como eu gosto". Pena que ontem ele tenha tido a assistência de uma mulher-a-Dias que lá foi esfregando uma ou duas nódoas...
Quanto ao jogo de hoje do Benfas, não há muito a dizer. Foi uma vitória tranquila. A equipa entrou com atitude, marcou cedo, e isso ajudou a que tudo corresse dentro da normalidade. O Paços esteve uns furos bem abaixo do que era suposto, pelo menos a ajuízar pela análise dos comentadores televisivos (LOL) de serviço. O Artur teve uma noite demasiado sossegada e nem sequer consigo destacar ninguém. Como apraz tanto dizer ao Vitótó Pereira - foi uma vitória conseguida "de forma limpa, como eu gosto". Pena que ontem ele tenha tido a assistência de uma mulher-a-Dias que lá foi esfregando uma ou duas nódoas...
FCP 2 - Rio Ave 1
Aquele que, tendo em conta as posições das equipas no campeonato, se esperava ser um jogo atractivo, acabou por se tornar num pobre espécime desportivo quase tão interessante como aquele desporto australiano jogado numa arena redonda com uma bola de rugby e o Eric Bana a assistir nas bancadas.
Muito parecido com o jogo frente ao Olhanense, com uma equipa a dominar a posse mas a criar poucas oportunidades e a outra a defender muito atrás e a marcar primeiro num lance em tudo semelhante ao dos algarvios (passe longo, corrida nas costas do defesa, golo), foi preciso correr atrás do prejuízo e finalmente acordar para a vida. O resultado acabou por ser justo mas nada na exibição me parece digno de qualquer destaque especial, principalmente porque bem lutei para me manter acordado durante os 90 minutos, não tendo conseguido evitar babar-me à medida que me ia aproximando perigosamente de um estado de coma futebolístico.
Destaques, a haver, apenas negativos:
- Quiñones: logo no início do jogo se percebeu como está ainda muito verde ao ser por duas vezes sentado no relvado pelo Ukra (sou só eu que acho que este gajo da casa tinha lugar no plantel em detrimento de malta como o Kelvin?). Vê-se que já aprendeu alguma coisa em termos de posicionamentos e percebe o jogo da equipa, mas parece-me que lhe falta a qualidade técnica para passar à prática. A reavaliar no futuro.
- Jackson Panenka: falhar penalties é coisa que a mim não incomoda. Só falha quem lá está para os marcar, e apesar daquele que falhou frente ao Olhanense poder parecer idiotice, são coisas que acontecem a qualquer um (Beckham é um gajo que mete a bola onde quer, e isso não o impediu de marcar um para a segunda circular no Euro 2004). Outra coisa completamente diferente são os tiques de vedetismo que já se tinham percebido frente ao Málaga (lembro-me de um passe de letra que fez tanto sentido como o Inland Empire), que hoje atingiram o pico nesse Panenka sem a mínima convicção. Não sou propriamente um expert na matéria, mas não é suposto essas tentativas irem parar, pelo menos, ao meio da baliza? É que ao ver um poio sem convicção para a baliza, ainda para mais para o lado do guarda-redes acreditei mesmo que imediatamente a seguir ia ver um grande plano do Jackson com uma expressão à Malucos do Riso. Acho que o falhanço ridículo pode ter tido o benefício de o fazer voltar à terra e servir como injecção de moral. E para aqueles que não percebiam o regresso de Lucho ao plantel do Porto, é por coisas como a de ontem que ele cá está. Ao mandar Jackson voltar a marcar o segundo penalty e dar o primeiro passo para a redenção do companheiro, mostrou que com ele em campo todos assumem responsabilidades em prol da equipa. De patrão.
Muito parecido com o jogo frente ao Olhanense, com uma equipa a dominar a posse mas a criar poucas oportunidades e a outra a defender muito atrás e a marcar primeiro num lance em tudo semelhante ao dos algarvios (passe longo, corrida nas costas do defesa, golo), foi preciso correr atrás do prejuízo e finalmente acordar para a vida. O resultado acabou por ser justo mas nada na exibição me parece digno de qualquer destaque especial, principalmente porque bem lutei para me manter acordado durante os 90 minutos, não tendo conseguido evitar babar-me à medida que me ia aproximando perigosamente de um estado de coma futebolístico.
Destaques, a haver, apenas negativos:
- Quiñones: logo no início do jogo se percebeu como está ainda muito verde ao ser por duas vezes sentado no relvado pelo Ukra (sou só eu que acho que este gajo da casa tinha lugar no plantel em detrimento de malta como o Kelvin?). Vê-se que já aprendeu alguma coisa em termos de posicionamentos e percebe o jogo da equipa, mas parece-me que lhe falta a qualidade técnica para passar à prática. A reavaliar no futuro.
- Jackson Panenka: falhar penalties é coisa que a mim não incomoda. Só falha quem lá está para os marcar, e apesar daquele que falhou frente ao Olhanense poder parecer idiotice, são coisas que acontecem a qualquer um (Beckham é um gajo que mete a bola onde quer, e isso não o impediu de marcar um para a segunda circular no Euro 2004). Outra coisa completamente diferente são os tiques de vedetismo que já se tinham percebido frente ao Málaga (lembro-me de um passe de letra que fez tanto sentido como o Inland Empire), que hoje atingiram o pico nesse Panenka sem a mínima convicção. Não sou propriamente um expert na matéria, mas não é suposto essas tentativas irem parar, pelo menos, ao meio da baliza? É que ao ver um poio sem convicção para a baliza, ainda para mais para o lado do guarda-redes acreditei mesmo que imediatamente a seguir ia ver um grande plano do Jackson com uma expressão à Malucos do Riso. Acho que o falhanço ridículo pode ter tido o benefício de o fazer voltar à terra e servir como injecção de moral. E para aqueles que não percebiam o regresso de Lucho ao plantel do Porto, é por coisas como a de ontem que ele cá está. Ao mandar Jackson voltar a marcar o segundo penalty e dar o primeiro passo para a redenção do companheiro, mostrou que com ele em campo todos assumem responsabilidades em prol da equipa. De patrão.
Thursday, February 21, 2013
Notas Soltas Benfica-Bayer
1 - Deu para ver que os germânicos até são uma boa equipa, mas deve ter sido, muito provavelmente, a mais deprimente vitória europeia do Benfica de todos os tempos. Boa rapazes, eu acho que ainda conseguem jogar pior! Vai ser já neste próximo Domingo!
2 - Será que ainda sobraram algumas daquelas famosas pastilhas amarelas do Póvoas, que os jogadores do FCP tomaram antes do bizarro jogo adiado com o Setúbal...? É que nos davam um jeito do caraças, porra!
3 - Carlos Martins is done! Finito! Tem um garfo gigantesco de salada espetado nas costas! Até a minha namorada, que percebe tanto de futebol como o Freitas Lobo, comentou: "...que idade tem esse jogador? Parece demasiado velho..."
4 - Artur, essa defesa a remate do Rolfe foi fabulosa! Porque não guardar esse arsenal contra os corruptos? Uhhh? Eu sei que tu sabes que eles só jogam para a nota artística e raramente rematam entre os postes, mas mesmo assim...
5 - Ola John, marcaste um golaço, foste o melhor hoje, e bem merecias festejar à vontade. Mas há uma regra estúpida que não permite tirar a indumentária...toda a gente sabe disso, até o Antoine Rocamora! That's your fucking shirt, man!
6 - Salvio, és bom é com a bola nos pés. A cabeça só serve para sustentar o corpo! Ou é o contrário? Whatever...
7 - Ich glaube wenn wir behalten zu spielen wie dass, wir haben keine möglichkeit mit Bordeux oder jeder anderen mannschaft...
2 - Será que ainda sobraram algumas daquelas famosas pastilhas amarelas do Póvoas, que os jogadores do FCP tomaram antes do bizarro jogo adiado com o Setúbal...? É que nos davam um jeito do caraças, porra!
3 - Carlos Martins is done! Finito! Tem um garfo gigantesco de salada espetado nas costas! Até a minha namorada, que percebe tanto de futebol como o Freitas Lobo, comentou: "...que idade tem esse jogador? Parece demasiado velho..."
4 - Artur, essa defesa a remate do Rolfe foi fabulosa! Porque não guardar esse arsenal contra os corruptos? Uhhh? Eu sei que tu sabes que eles só jogam para a nota artística e raramente rematam entre os postes, mas mesmo assim...
5 - Ola John, marcaste um golaço, foste o melhor hoje, e bem merecias festejar à vontade. Mas há uma regra estúpida que não permite tirar a indumentária...toda a gente sabe disso, até o Antoine Rocamora! That's your fucking shirt, man!
6 - Salvio, és bom é com a bola nos pés. A cabeça só serve para sustentar o corpo! Ou é o contrário? Whatever...
7 - Ich glaube wenn wir behalten zu spielen wie dass, wir haben keine möglichkeit mit Bordeux oder jeder anderen mannschaft...
Promessa
Se o Raúl "Psycho" Meiréles, conforme noticiam alguns meios de desinformacao, vier para o Benfica na próxima época, eu suspenso indefinidamente a minha condicao de adepto encarnado.
Tuesday, February 19, 2013
FCP 1 - Málaga 0
No regresso à grande prova do futebol europeu, a exibição do FCP roçou a perfeição. Só não chegou lá porque faltou alguma capacidade para furar um pouco mais a defesa dos espanhóis que, convém lembrar, é a melhor da Liga Espanhola.
De resto, a pressão estrondosa que não deixou o Málaga criar oportunidades de golo em 90 minutos foi significativa, tendo tornado este no único jogo da prova até ao momento em que ficaram a zeros no marcador. Com excepção de Varela, jogador irregular em dia mau, toda a equipa cumpriu na perfeição. Mas individualmente, Moutinho e Alex Sandro foram os grandes destaques.
Com intervalo na eliminatória, a vantagem está do nosso lado, mas o jogo em Espanha não será nada fácil frente a uma equipa historicamente com pouca tradição, mas recheada de jogadores de qualidade. E ainda não tinham perdido nesta edição da prova, o que faz acreditar que com esta competência a qualificação é possível.
De resto, a pressão estrondosa que não deixou o Málaga criar oportunidades de golo em 90 minutos foi significativa, tendo tornado este no único jogo da prova até ao momento em que ficaram a zeros no marcador. Com excepção de Varela, jogador irregular em dia mau, toda a equipa cumpriu na perfeição. Mas individualmente, Moutinho e Alex Sandro foram os grandes destaques.
Com intervalo na eliminatória, a vantagem está do nosso lado, mas o jogo em Espanha não será nada fácil frente a uma equipa historicamente com pouca tradição, mas recheada de jogadores de qualidade. E ainda não tinham perdido nesta edição da prova, o que faz acreditar que com esta competência a qualificação é possível.
Orgulho
Agora que sou emigrante, sinto as coisas de forma diferente. O que interessa é que os clubes nacionais se mostrem por essa Europa fora. E uma vitória do FCP, é motivo suficiente para eu também celebrar. Grande jogo, grande atitude, a equi..........
.......LOL! STOP IT! Stop it! I can't write this!
*Espero bem que os jornaleiros tugas, nos próximos dias, não se esqueçam de questionar o Vieira e o Jesus sobre o fora-de-jogo do Moutinho...*
.......LOL! STOP IT! Stop it! I can't write this!
*Espero bem que os jornaleiros tugas, nos próximos dias, não se esqueçam de questionar o Vieira e o Jesus sobre o fora-de-jogo do Moutinho...*
Especial
Deve ter sido alguma coisa de especial, para me fazerem essa pergunta. Mas não posso responder porque não vi...
...responde o avôzinho da Fernanda depois de lhe questionarem sobre o penalty assinalado a favor do Benfica. Eu cá acho é que os jornalistas desportivos portugueses são dotados de uma capacidade invulgarmente especial para fazerem perguntas estúpidas, e de as meterem a martelo numa qualquer espécie de conversação, mesmo com alguém que vocifera que só os burros falam de arbitragem.
Mas há que vender jornais e soundbites...e para isso só serve o Benfica.
Monday, February 18, 2013
Edinho, Azia e outros Pontos de Interesse
- Pelos vistos o Edinho, jogador da Académica, disse que Jesus lhe disse que os "Estudantes" não jogavam um caralho e mereciam descer de divisão - pois deixa-me que te diga rapaz, não podia ser mais verdade! O mega-ultra-catenaccio foi um digno de uma qualquer equipa distrital transalplina. Um 10-0-0 esplanado em toda a sua vertente técnico-táctica. Foi delirantemente deprimente ver o guarda-redes dessa agremiação demorar quase 632678432 segundos para marcar cada pontapé de baliza e respectivos jogadores a lesionaram-se e desmaiarem em pleno relvado (ou areal, dependendo das perspectivas) depois de atingidos por qualquer holograma de vermelho. Nem um remate à baliza adversária! Dito isto, ó Pedro, tivesses arriscado qualquer coisinha, e ainda podias ter ganho o jogo, de tão mal que o Benfica esteve...
- A azia dos adeptos do 2º maior clube de Portugal - o Anti-Benfica - atingiu dimensões estratosféricas ontem, mal finalizado o jogo. Expressões como "levados ao colo", "sempre a mesma coisa", etc e coisa e tal, pulavam no facebocas e noutros recantos obscuros da net. Quando bastava ver as imagens que andam por aí a circular para saber que foi penalty indíscutível. Aliás, só tenho que elogiar o fabricante "Adidas" (PUB) por manufacturar camisolas com colarinhos tão resistentes! Mas prontos, como foi nos descontos, como foi com um penalty, como foi quando já ninguém o previa - nem eu, para ser honesto - como foi tão semelhante a outras tantas vitórias de outros tantos clubes...vamos lá declamar diatribes alcoolizadas misturadas com barbitúricos! Telhados de vidro...etc...
- Lima aguentou a pressão de forma fantástica. Estava eu a mirar para um "close-up" da cara dela antes do penalty decisivo e disse - "uhh ohhh...he's shaking" - muito bem rapaz, fizeste-me engolir o pensamento! À campeão! Por momentos ainda pensei que o teu penalty corresse o risco de também ir parar a uma qualquer estepe russa...
- O que é que se passa com o relvado da Luz? Não era suposto a equipa B deixar de jogar lá? Vamos ter equipa de futebol-de-praia para o ano?
- Para finalizar, o Benfica em si. Não jogou nada de nada e pôs-se mesmo a jeito. Matic e Cardozo fizeram imensa falta neste jogo, mas acima de tudo fez falta outra mentalidade e dinâmica. E aqui a culpa é de JJ. No próximo Domingo há outro jogo pós-Liga Europa, e o Paços não é a Académica e o meu coração não aguenta mais 7 ou 8 taquicardias durante 90 minutos. Espero que a equipa serene e não se deixe influenciar por ambientes externos. Joguem futebol do primeiro ao último minuto. Lutem. Nada está ganho. Nada está perdido.
- A azia dos adeptos do 2º maior clube de Portugal - o Anti-Benfica - atingiu dimensões estratosféricas ontem, mal finalizado o jogo. Expressões como "levados ao colo", "sempre a mesma coisa", etc e coisa e tal, pulavam no facebocas e noutros recantos obscuros da net. Quando bastava ver as imagens que andam por aí a circular para saber que foi penalty indíscutível. Aliás, só tenho que elogiar o fabricante "Adidas" (PUB) por manufacturar camisolas com colarinhos tão resistentes! Mas prontos, como foi nos descontos, como foi com um penalty, como foi quando já ninguém o previa - nem eu, para ser honesto - como foi tão semelhante a outras tantas vitórias de outros tantos clubes...vamos lá declamar diatribes alcoolizadas misturadas com barbitúricos! Telhados de vidro...etc...
- Lima aguentou a pressão de forma fantástica. Estava eu a mirar para um "close-up" da cara dela antes do penalty decisivo e disse - "uhh ohhh...he's shaking" - muito bem rapaz, fizeste-me engolir o pensamento! À campeão! Por momentos ainda pensei que o teu penalty corresse o risco de também ir parar a uma qualquer estepe russa...
- O que é que se passa com o relvado da Luz? Não era suposto a equipa B deixar de jogar lá? Vamos ter equipa de futebol-de-praia para o ano?
- Para finalizar, o Benfica em si. Não jogou nada de nada e pôs-se mesmo a jeito. Matic e Cardozo fizeram imensa falta neste jogo, mas acima de tudo fez falta outra mentalidade e dinâmica. E aqui a culpa é de JJ. No próximo Domingo há outro jogo pós-Liga Europa, e o Paços não é a Académica e o meu coração não aguenta mais 7 ou 8 taquicardias durante 90 minutos. Espero que a equipa serene e não se deixe influenciar por ambientes externos. Joguem futebol do primeiro ao último minuto. Lutem. Nada está ganho. Nada está perdido.
Sunday, February 17, 2013
Beira Mar 0 - FCP 2
Vitória simples frente a um adversário que até parece ter alguns jogadores de qualidade, mas perdidos em estratégias do pior futebol dos anos 80. Que é como quem diz, deixar um desgraçado sozinho na frente na esperança de que o homem consiga ganhar alguma bola em velocidade e marcar um golo fortuito, como o Olhanense teve a felicidade de conseguir na semana passada no Dragão. Do outro lado, um campeão habitual nestes jogos pre-Champions. Lento, sem grande vontade de se desgastar mais do que o necessário, o que torna jogos contra equipas que defendem como se não houvesse amanhã numa bela esfrega sem qualquer interesse para além do resultado e de perceber que Izmaylov já aguenta 90 minutos a um nível razoável (não digo bom porque o ritmo de jogo não foi propriamente alucinante).
Palavra final para Mangala, que voltou a reforçar o que escrevi sobre ele há uns tempos. Tem tudo para ser um jogador de classe mundial (a facilidade como num instante foi obrigado a alterar a sua posição no campo e começar desde logo a criar desequilíbrios na ala esquerda foi espantosa), mas continua a precisar de acalmar a impetuosidade. Não ajuda parecer um monstro ao lado de praticamente qualquer adversário que se cruze com ele, e juntar a isso uma capacidade de impulsão surreal, e embora tenha acabado expulso num lance completamente risível, a verdade é que podia tê-lo sido uns 5 minutos mais cedo. Melhorando esse aspecto do jogo, há ali craque sem sombra de dúvida.
Palavra final para Mangala, que voltou a reforçar o que escrevi sobre ele há uns tempos. Tem tudo para ser um jogador de classe mundial (a facilidade como num instante foi obrigado a alterar a sua posição no campo e começar desde logo a criar desequilíbrios na ala esquerda foi espantosa), mas continua a precisar de acalmar a impetuosidade. Não ajuda parecer um monstro ao lado de praticamente qualquer adversário que se cruze com ele, e juntar a isso uma capacidade de impulsão surreal, e embora tenha acabado expulso num lance completamente risível, a verdade é que podia tê-lo sido uns 5 minutos mais cedo. Melhorando esse aspecto do jogo, há ali craque sem sombra de dúvida.
Friday, February 15, 2013
The Twilight Zone
You are traveling through another dimension, a dimension not only of sight and sound but of mind. A journey into a wondrous land whose boundaries are that of imagination. Your next stop, the Twilight Zone!
*Sim, parece que é mesmo verdade, um jogador do F.C. Corrupto viu finalmente (!!!!!) um cartão vermelho...*
Os Melhores do Mundo
Pensam que vou falar sobre os jogadores do Benfica, que sao os melhores do Mundo...
Nope. Nada disso. Embora depois de ver o Matic jogar ontem com o Leverkusen creio que há para ali um centrocampista que pode em breve vir a ser o melhor do universo e arredores galácticos...
Mas o que quero é aqui realcar sao os MELHORES adeptos do mundo. Os adeptos que enchem os estádios Lusitanos e da Europa por onde o MAIOR de Portugal joga, os que percorrem quilómetros para vibrar com a equipa, os nossos emigrantes - onde eu me incluo - que vivem o clube de forma intensa e que nunca, mas nunca, o deixam de o apoiar. E que demonstram que o Benfica nao é uma mera organizacao desportiva onde de vez em quando se dao para ali uns pontapés numa xixa. É algo mais, é algo diferente, é algo especial...
*Claro que este elogio só é aplicável aos adeptos que sangram Benfica de verdade. Aqueles que apoiam a equipa de verdade. Nao aqueles "pseudo", maioritariamente lisboetas, que costumam povoar em alguns domingos o Estádio da Luz, que debitam barbaridades na Blogosfera, e que estao lá nos momentos bons mas saltam fora ao primeiro vislumbre de contrariedade...esses nao sao "Benfica"!*
*Odeio este teclado...*
Nope. Nada disso. Embora depois de ver o Matic jogar ontem com o Leverkusen creio que há para ali um centrocampista que pode em breve vir a ser o melhor do universo e arredores galácticos...
Mas o que quero é aqui realcar sao os MELHORES adeptos do mundo. Os adeptos que enchem os estádios Lusitanos e da Europa por onde o MAIOR de Portugal joga, os que percorrem quilómetros para vibrar com a equipa, os nossos emigrantes - onde eu me incluo - que vivem o clube de forma intensa e que nunca, mas nunca, o deixam de o apoiar. E que demonstram que o Benfica nao é uma mera organizacao desportiva onde de vez em quando se dao para ali uns pontapés numa xixa. É algo mais, é algo diferente, é algo especial...
*Claro que este elogio só é aplicável aos adeptos que sangram Benfica de verdade. Aqueles que apoiam a equipa de verdade. Nao aqueles "pseudo", maioritariamente lisboetas, que costumam povoar em alguns domingos o Estádio da Luz, que debitam barbaridades na Blogosfera, e que estao lá nos momentos bons mas saltam fora ao primeiro vislumbre de contrariedade...esses nao sao "Benfica"!*
*Odeio este teclado...*
Thursday, February 14, 2013
A Competição mais desinteressante do Mundo.
Estou particularmente à vontade para falar disto. Desde a sua génese que vejo a Taça da Liga como uma absoluta perda de tempo, e digo-o muito antes de se tornar na competição oficial do Benfica. Por mim era irrelevante que o FCP fosse desclassificado, como será se chegar à final com o Benfica e a vencer por 15-0. Custou-me mais ser eliminado pelo Braga e Académica nas duas últimas edições da Taça de Portugal, do que levar 4 e 3 de Sporting e Benfica em edições passadas da Taça da Liga, e isso quer dizer muito.
E não o digo por mania. Apenas porque basta olhar para a competição com atenção para perceber que é pouco mais do que um torneio de pre-época. Uma fase de grupos com apenas uma volta, uma fase a eliminar onde não são permitidos prolongamentos (não se vá prolongar o sofrimento do adepto doente que sabe que mesmo estando a comer merda, tem de comer merda até ao fim) e, ano após ano, uma confusão de regulamentos em que ninguém parece perceber o que raio se está a passar. Depois, chegados ao final, o que se ganha? Uma taça tão horripilante que nem dá gosto ter num museu de clube, e... nada mais. Bastava que a vitória final significasse o apuramento para uma competição europeia que o seu nível de competitividade se tornasse imediatamente mais interessante. A verdade é que ninguém quer dar acesso à Europa ao vencedor de um torneio amador. Diz-se também que há um prémio monetário interessante capaz de incentivar clubes pequenos a ganhar a prova. Resta saber é se se trata de um prémio monetário capaz de cobrir as despesas de organização de jogos às 17h a meio da semana com umas 20 pessoas na bancada, já contando com o vendedor do pão com chouriço.
Em meu entender, ou se dá um passo definitivo para tornar isto numa competição a sério, ou então mais vale acabar com uma competição que na realidade não convence sequer quem a organiza.
E não o digo por mania. Apenas porque basta olhar para a competição com atenção para perceber que é pouco mais do que um torneio de pre-época. Uma fase de grupos com apenas uma volta, uma fase a eliminar onde não são permitidos prolongamentos (não se vá prolongar o sofrimento do adepto doente que sabe que mesmo estando a comer merda, tem de comer merda até ao fim) e, ano após ano, uma confusão de regulamentos em que ninguém parece perceber o que raio se está a passar. Depois, chegados ao final, o que se ganha? Uma taça tão horripilante que nem dá gosto ter num museu de clube, e... nada mais. Bastava que a vitória final significasse o apuramento para uma competição europeia que o seu nível de competitividade se tornasse imediatamente mais interessante. A verdade é que ninguém quer dar acesso à Europa ao vencedor de um torneio amador. Diz-se também que há um prémio monetário interessante capaz de incentivar clubes pequenos a ganhar a prova. Resta saber é se se trata de um prémio monetário capaz de cobrir as despesas de organização de jogos às 17h a meio da semana com umas 20 pessoas na bancada, já contando com o vendedor do pão com chouriço.
Em meu entender, ou se dá um passo definitivo para tornar isto numa competição a sério, ou então mais vale acabar com uma competição que na realidade não convence sequer quem a organiza.
Wednesday, February 13, 2013
Manobras de Diversao
Espécie de resumo da reuniao de hoje nos confins cavernosos da sede onde se tomam decisoes, e coisas e tal, do pontapé na xixa tuga :
" - ...ouve lá meu, como é que vamos livrar o Porto de ser eliminado da Taca da Liga?
- ...sei lá meu, a realidade é que o Braga Z já foi castigado pelo mesmo tipo de infraccao, desta vez é mesmo díficil inventar algo...
- ...e o que aquele pseudo-engenheiro disse das 71 horas e 45 nano-minutos serem equivalentes ao vortex quadrado da raíz de 72...nao vale?
- ...muito rebuscado pá, mesmo para nós...e se castigarmos o Cardozo só com um jogo...era uma ideia porreira, assim tipo manobra de diversao para toda a gente ficar confusa...que acham?
- ...boa ideia man! Oferecemos uma fruta de dormir bem cara ao Proenca para ele nao ficar fodido e ainda lhe prometemos que ele apita o FCP-SLB da segunda volta...
- ...e o Matic pá?...o Candeias nao e propriamente o Daniel Day-Lewis...
....*um longo silencio*...
- ...onde é que se come uma boa francesinha aqui em Lisboa...?"
*Desculpem lá, mas o meu PC austriaco nao tem cedlihas, tils e acentos circunflexos...*
Tuesday, February 12, 2013
Sunday, February 10, 2013
FCP1 - Olhanense 1
Um jogo que podia servir para isolar os dragões na primeira posição do campeonato, acabou por não resultar em mais do que um empate que deixa tudo na mesma. Não há grande coisa a dizer em relação ao que se passou no campo. Porto igual a si próprio, permitiu um contra-ataque que resultou em golo do sempre rapidíssimo Toranja... Orangino... whatever, e uma outra oportunidade aos algarvios na segunda parte, por mera distração e nada mais. De resto, 90 minutos em cima do adversário, com bola, e oportunidades mais do que suficientes para resolver a questão. Não foi um daqueles dias, e até o maior goleador do campeonato falhou um penalty.
De negativo, além da perda de pontos, fica a ideia de que ainda há grandes deficiências no banco de suplentes, com essa estrela de nome Tozé a transferir as curvas do seu penteado para o efeito dos remates que fazia a 500 metros da baliza adversária. Pressão ou falta de qualidade?
De positivo, surpreendentemente, o relvado, que esta temporada tem estado muito mau, mas hoje se aguentou perfeitamente depois da carga de granizo que acordou o meu cão daquela que espero tenha sido uma soneca recheada de sonhos erótico-caninos.
De negativo, além da perda de pontos, fica a ideia de que ainda há grandes deficiências no banco de suplentes, com essa estrela de nome Tozé a transferir as curvas do seu penteado para o efeito dos remates que fazia a 500 metros da baliza adversária. Pressão ou falta de qualidade?
De positivo, surpreendentemente, o relvado, que esta temporada tem estado muito mau, mas hoje se aguentou perfeitamente depois da carga de granizo que acordou o meu cão daquela que espero tenha sido uma soneca recheada de sonhos erótico-caninos.
Vira o disco, Toca o mesmo...
Estava eu de tarde a conferenciar com o meu primo pelo Facebocas e ele manda-me um link em como o Proença viajou com a comitiva encarnada para a Madeira. Eu rio-me e digo-lhe..."garanto-te, o Benfica não ganha hoje...", pois com essa espécie de humanóide acontece sempre algo estranho e bizarro nos jogos do Glorioso. E aconteceu, obviamente. Nobody messes with plain bad karma. Diz-se que o suposto sócio do Benfica, que um dia levou um insuficiente coçório nas trombas no Colombo, tem uma rara obsessão pelo vermelho. Mas é apenas pelo vermelho das cartolinas com que facilmente despacha os jogadores do Benfica. A expulsão do Cardozo aceita-se, mas aquele cretino da Nacional que estava a "segurar" a bola merecia bem pior...ai se o Cardozo equipasse de corrupto azul-e-branco listrado! Mas a expulsão do Matic - e pelas únicas imagens a que tive acesso - é um dos maiores e absurdos momentos "what-the-fuck" da época. Basicamente é retirar de acção e por um par de jogos, cirurgicamente e implacavemente, o mais influente jogador do Benfica numa fase decisiva desta época. Uma coisa é aceitar de forma imensamente frustrada um merdoso empate a dois na Choupana, outra coisa é este saco de estrume que nos fazem a todos engolir, ano após ano...
*Claro que convém realçar que não foi culpa do Proença o Benfica ter entrado a dormir nos primeiros 10 minutos, o Luisinho (Really?!?) trazer saudades do magnífico Emerson, o Artur fazer mais uma bela e decisiva frangada, e o Jesus tirar o Urreta - que estava incisivo e dinâmico - em vez do Salvio - que parecia calçar chuteiras de chumbo. E agora, se me permitem, I will light myself on fire.*
**Em adenda à tabela há uns tempos atrás aqui publicada, convém lembrar que depois desta jornada o Benfica tem mais dois vermelhos contra, e o Porto mais um penalti a favor. Ahhhhh...vira o disco, toca o mesmo...**
Saturday, February 09, 2013
A Bifização de André Villas Boas
Ao contrário de muitos adeptos de futebol nacionais, tenho sido um fiel torcedor pelo sucesso de AVB desde que este deixou o FCP. Para muitos portistas, será sempre o traidor que trocou a sua cadeira de sonho pelo conforto das libras. Para muitos anti-portistas, o seu insucesso lá fora será prova de que só conseguiu ter o sucesso que teve cá dentro por razões obscuras. Ora eu cá deixei-me de explorar o mundo da obscuridade desde que acabei a formação ao Rei Ghob, portanto irei abordar aquilo que vejo.
Mais de metade da temporada passada, e os Spurs encontram-se muito bem colocados para cumprir com os objectivos. A Champions League é uma possibilidade real, com um 4º lugar relativamente seguro e o 3º a apenas 1 ponto. A instabilidade do Chelsea pode jogar a seu favor e permitir a surpresa do pódio. A subida de forma do Arsenal pode jogar contra si, com os Gunners ainda com possibilidades reais de lhes roubarem o lugar.
Apesar de ter feito no Tottenham aquilo que já fizera na Académica e no FCP e que falhou no Chelsea, ou seja, transformar o estilo de jogo de uma equipa num relativamente curto espaço de tempo, os Spurs parecem ainda uma miragem daquilo que AVB realmente quer das suas equipas. Mas é também isso que prova que o português aprendeu com a falhada experiência da época passada. Em vez de forçar um estilo de jogo que acabe por colocar os jogadores contra si, AVB tenta adaptar as suas ideias ao futebol inglês que apesar da evolução das últimas décadas com a entrada de muito talento continental e mundial, está ainda enraizado no físico, nas correrias loucas, nas bolas pelo ar da sua fundação. Acima de tudo parece que falta criatividade e poder de fogo. Defensivamente, a equipa melhorou bastante desde o início da época, apesar de jogadores pouco inteligentes como Kyle Walker (lá está, apreciado pelos adeptos pelo físico imponente e a velocidade). Mas na frente, vive um momento de dependência desse talento espantoso de Gareth Bale, o galês que em muitos aspectos está à frente de todos os colegas de equipa. As saídas de Modric e Van der Vaart tiraram essa nesga criativa para furar defesas contrárias, e a falta de pontas de lança de nível mundial torna frustrantes algumas jogadas ofensivas. O apuramento para a Liga dos Campeões poderá trazer consigo os milhões que permitam fazer chegar alguns reforços de peso e levem a equipa a um patamar superior. Mas a verdade é que com mais ou menos espectáculo, aquilo de que Villas Boas precisa mesmo é de reconquistar a credibilidade perdida na época passada, e está no bom caminho para isso.
Mais de metade da temporada passada, e os Spurs encontram-se muito bem colocados para cumprir com os objectivos. A Champions League é uma possibilidade real, com um 4º lugar relativamente seguro e o 3º a apenas 1 ponto. A instabilidade do Chelsea pode jogar a seu favor e permitir a surpresa do pódio. A subida de forma do Arsenal pode jogar contra si, com os Gunners ainda com possibilidades reais de lhes roubarem o lugar.
Apesar de ter feito no Tottenham aquilo que já fizera na Académica e no FCP e que falhou no Chelsea, ou seja, transformar o estilo de jogo de uma equipa num relativamente curto espaço de tempo, os Spurs parecem ainda uma miragem daquilo que AVB realmente quer das suas equipas. Mas é também isso que prova que o português aprendeu com a falhada experiência da época passada. Em vez de forçar um estilo de jogo que acabe por colocar os jogadores contra si, AVB tenta adaptar as suas ideias ao futebol inglês que apesar da evolução das últimas décadas com a entrada de muito talento continental e mundial, está ainda enraizado no físico, nas correrias loucas, nas bolas pelo ar da sua fundação. Acima de tudo parece que falta criatividade e poder de fogo. Defensivamente, a equipa melhorou bastante desde o início da época, apesar de jogadores pouco inteligentes como Kyle Walker (lá está, apreciado pelos adeptos pelo físico imponente e a velocidade). Mas na frente, vive um momento de dependência desse talento espantoso de Gareth Bale, o galês que em muitos aspectos está à frente de todos os colegas de equipa. As saídas de Modric e Van der Vaart tiraram essa nesga criativa para furar defesas contrárias, e a falta de pontas de lança de nível mundial torna frustrantes algumas jogadas ofensivas. O apuramento para a Liga dos Campeões poderá trazer consigo os milhões que permitam fazer chegar alguns reforços de peso e levem a equipa a um patamar superior. Mas a verdade é que com mais ou menos espectáculo, aquilo de que Villas Boas precisa mesmo é de reconquistar a credibilidade perdida na época passada, e está no bom caminho para isso.
Thursday, February 07, 2013
Novo Significado da Palavra Anónimo
Pelo muy nobre dicionário "Futebolês Nacional" o significado da palavra anónimo é dorovante - e até nova missiva que manifeste de forma vincada o contrário - descrito nos seguintes, e amplos, termos:
- qualquer pessoa que nutre um ódio mesquinho e uma inveja assolapada pela única grande instituição desportiva nacional - o glorioso SLB; qualquer membro e representante da SAD do "F.C.Corrupto" e "Sapatos de Vela de Portugal", respectivamente; qualquer membro da família - incluindo animais domesticados e não-domesticados - do avôzinho da Fernanda, inclusive; Betinho Lopes e Engenheiro Pedro Alves.
*Nos entretantos a denúncia anónima foi arquivada...go figure...*
- qualquer pessoa que nutre um ódio mesquinho e uma inveja assolapada pela única grande instituição desportiva nacional - o glorioso SLB; qualquer membro e representante da SAD do "F.C.Corrupto" e "Sapatos de Vela de Portugal", respectivamente; qualquer membro da família - incluindo animais domesticados e não-domesticados - do avôzinho da Fernanda, inclusive; Betinho Lopes e Engenheiro Pedro Alves.
*Nos entretantos a denúncia anónima foi arquivada...go figure...*
Sunday, February 03, 2013
Benfica 0 - Vitória Setúbal 3
A julgar por alguns comentários, acções e alucinações de alguns (pseudo) benfiquistas que povoam o Estádio da Luz, a Blogosfera, o Twitter, e os fóruns do mIRC...o Glorioso SLB orientado pelo Mestre Jesus levou hoje 3 batatas no bucho!!! Foi um escandâlo!!! Uma derrota de proporções épicas!!! Pede-se sangue, as cabeças de vários jogadores e Cristo na Cruz. LFV pondera contratar Graeme Souness para treinar a equipa no imediato, sobre a orientação técnica do professor Carlos Queirós!
*Como eu sempre disse e aqui repito...o maior problema do Benfica são mesmo estes benfiquistas...*
*Como eu sempre disse e aqui repito...o maior problema do Benfica são mesmo estes benfiquistas...*
Saturday, February 02, 2013
VSC 0 - FCP 4
Algumas notas sobre o jogo de hoje:
- Mais uma excelente exibição, cheia de posse, movimentações com e sem bola, laterais dinâmicos, meio campo irrepreensível e golos. Muitos, outra vez. E a certeza novamente de que este é muito futebol para 14 dos 15 adversários que temos pela frente no campeonato.
- Assim que moderar a sua impetuosidade, Mangala tem tudo para ser mais um defesa central de nível mundial a sair do Dragão. Ainda comete muitas e desnecessárias faltas, próprias da inexperiência, mas a rapidez, capacidade física e, surpreendentemente, capacidade técnica para sair a jogar desde a defesa fazem dele um tipo que me parece que daqui a uns dois anos estará numa equipa do Mourinho.
- Jackson Martinez parece cada vez melhor. E nem o digo tanto pelos três golos, mas pelo trabalho que faz sempre que precisa de recuar e reorganizar o ataque. Não o comparo ao Falcao porque o actual jogador do Atlético é um caso de qualidade excepcional, mas Martínez é, sem margem para dúvida, o melhor ponta-de-lança do campeonato. Como é que este tipo andou até aos 26 anos escondido num recanto do mundo da Xixa?
- Izmaylov. Seja lá o que for que de misterioso se tenha passado para os lados de Alvalade, agora que vejo os seus jogos com mais atenção, a sua qualidade salta bem à vista e com a subida de forma do Defour, entretanto lesionado, e a chegada do russo até ver em razoável condição física, o meio campo do FCP passou de curto a muito completo.
- Mais uma excelente exibição, cheia de posse, movimentações com e sem bola, laterais dinâmicos, meio campo irrepreensível e golos. Muitos, outra vez. E a certeza novamente de que este é muito futebol para 14 dos 15 adversários que temos pela frente no campeonato.
- Assim que moderar a sua impetuosidade, Mangala tem tudo para ser mais um defesa central de nível mundial a sair do Dragão. Ainda comete muitas e desnecessárias faltas, próprias da inexperiência, mas a rapidez, capacidade física e, surpreendentemente, capacidade técnica para sair a jogar desde a defesa fazem dele um tipo que me parece que daqui a uns dois anos estará numa equipa do Mourinho.
- Jackson Martinez parece cada vez melhor. E nem o digo tanto pelos três golos, mas pelo trabalho que faz sempre que precisa de recuar e reorganizar o ataque. Não o comparo ao Falcao porque o actual jogador do Atlético é um caso de qualidade excepcional, mas Martínez é, sem margem para dúvida, o melhor ponta-de-lança do campeonato. Como é que este tipo andou até aos 26 anos escondido num recanto do mundo da Xixa?
- Izmaylov. Seja lá o que for que de misterioso se tenha passado para os lados de Alvalade, agora que vejo os seus jogos com mais atenção, a sua qualidade salta bem à vista e com a subida de forma do Defour, entretanto lesionado, e a chegada do russo até ver em razoável condição física, o meio campo do FCP passou de curto a muito completo.
Freitas Lobo
Precisamos de respostas a estas questões de forma urgente...
Thursday, January 31, 2013
Paulo Bento Mode
Creio que depois de ver o resumo do jogo de ontem do Glorioso Benfas - claro que preferi ver antes em directo o "Real Madrid" versus "The Ninny Royal Club with the unbearable Busquets, the even more unbearable Dani Alves, the incredibly overrated Fabregas and the pseudo-super-mega-modest-poor-little-angel-made-in-soccer-heaven Messi" - ficou bastante claro que:
"O Benfica está forteee...está forteeee...joga com muita tranquilidadeee...tranquilidadeee...
...o Lima...está forteee...marca golos com muita tranquilidadeeee....
...o Salvio...finta forteeee...passa por todos com muitaaaa tranquilidadeeee..."
and so on, and so on...
"O Benfica está forteee...está forteeee...joga com muita tranquilidadeee...tranquilidadeee...
...o Lima...está forteee...marca golos com muita tranquilidadeeee....
...o Salvio...finta forteeee...passa por todos com muitaaaa tranquilidadeeee..."
and so on, and so on...
Wednesday, January 30, 2013
Tuesday, January 29, 2013
Deuses da Xixa
Depois de um post do meu excelso colega "Juom", dedicado a contabilizar os minutos em que o único e muy nobre glorioso esteve em superioridade numérica sobre os seus adversários - uma análise detalhada e inteligente, diga-se de passagem, vinda de um portista - eis que ontem foi oferecida ao F.C.Corrupto a possibilidade de jogar 11 versus 10, durante uma preciosa meia-horita. Se já estava a ser um banho, passou a ser uma abada...e uns golitos extra no bucho, que isso nesta época até pode vir a ser decisivo. Ou seja, a prova que os Deuses da Xixa permanecem atentos e sempre prontos a equilibrar a contenda, sobre pena da raiva descontrolada dos assanhados andrades...
...pena é que estas tabelas factuais - a primera relativa à presente época, a segunda nem precisa de um descritivo - que vos coloco abaixo, continuem a mostrar um inverso desequilíbrio que me parece manifestamente mais desproporcional...
É caso para dizer...os Deuses da Xixa só aparecem quando lhes apetece...
*Tabela extraída do blog "Mágico SLB"*
...pena é que estas tabelas factuais - a primera relativa à presente época, a segunda nem precisa de um descritivo - que vos coloco abaixo, continuem a mostrar um inverso desequilíbrio que me parece manifestamente mais desproporcional...
É caso para dizer...os Deuses da Xixa só aparecem quando lhes apetece...
*Tabela extraída do blog "Mágico SLB"*
E agora, o que realmente interessa.
Curtas da Xixa
- Primeira Volta: Com um Sporting à deriva entre treinadores sorteados com mais frequência do que o Euromilhões e o Braga na encruzilhada peseirista (entenda-se: equipa que gosta de ter a bola, que joga bonito e que quase consegue bons resultados), o campeonato volta a ser uma coisa discutida a dois, com duas equipas claramente à frente da concorrência. Tão iguais nos resultados, ainda que tão diferentes no estilo de jogo, FCP e SLB decidirão entre si, muito provavelmente na penúltima jornada, quem levará o caneco para casa. Pena que essa falta de competitividade não nos permita uma competição interna a alto nível de modo a manter nas competições europeias um ritmo bem alto. Assim, este ano foi o FCP a passar da fase de grupos da Champions e o SLB relegado para a Liga Europa, por troca com a ordem do ano passado. Conclusão: mesmo em grupos relativamente acessíveis, o nosso sucesso nunca é garantido à partida. Mas também na Europa do futebol, tudo passa apenas por essas duas equipas, tendo o resto ido para casa mais cedo.
Uma palavra final para o grande Paços de Ferreira que, com um dos planteis mais portugueses da Liga, uma política desportiva ponderada que paga ordenados a tempo e horas, e uma atitude positiva dentro de campo, segue no 4º lugar a morder os calcanhares ao Braga, com apenas duas derrotas (frente aos dois de cima, claro está), e presença nas meias-finais da Taça de Portugal. Depois do rei das permanentes capilares Rui Vitória, Paulo Fonseca é mais um bom treinador a aparecer das profundezas dos bonés da JCA. Podia não ganhar mais nenhum jogo até final da época, que este Paços seria sempre um dos bons projectos futebolísticos do campeonato.
- Reforços de Inverno Futebol Clube do Porto: A chamada mistura de sentimentos no que toca ao reforço do plantel. Se por um lado é mais do que evidente que havia uma falta de soluções enorme no meio-campo e que Kléber precisa de percorrer um longo caminho até ter o estofo para jogar num clube desta dimensão (continuo a achar que o talento está lá), e se é mais do que evidente que quer Izmaylov e Liedson são nomes com provas dadas no nosso futebol, há uns detalhes que me deixam de pé atrás. São dois jogadores que vieram de um rival (não directamente no caso do Liedson) com fama complicada no balneário pese embora, sejamos sinceros, aquele balneário ter ar de ser tão divertido quanto assistir a um filme do Lars von Trier enquanto nos espetam agulhas no buço. São dois jogadores já trintões e com um historial de lesões pese embora, sejamos sinceros, não ser nada difícil imaginar alguém fingir-se lesionado para não ter de jogar no Sporting ou para poder repousar nas praias brasileiras (embora pelo que percebi, pareça descansar-se mais durante um jogo com o ritmo do Brasileirão do que na praia).
Em resumo, se vierem com a clara noção de que serão alternativas aos titulares, e com a capacidade física para jogar assim que a equipa precise deles, e jogarem aquilo que já demonstraram saber jogar no passado, e especialmente se o Liedson não utilizar aqueles penteados em forma de poio no topo da cabeça, serão com certeza grandes soluções que podem ajudar a equipa a renovar o título.
- Porto 5 - Gil Vicente 0: Domínio avassalador na primeira parte, de proporções Barcelonescas no controlo da posse de bola, e pressing ainda maior na segunda para virar a balança da diferença de golos a nosso favor, frente a um adversário que confirmou a ideia que tinha, de serem das mais frágeis equipas desta temporada (ao contrário da anterior). Mais do que um jogo de bola, foi um exercício de bater no ceguinho (e de tiro ao boneco, como mostra o segundo golo), jogado com segurança, dinâmica, e grande sentido colectivo. A equipa parece saudável e tranquila, mesmo na ausência do seu maior craque James Rodriguez. Jogo sem grande história, tal a superioridade demonstrada.
- Primeira Volta: Com um Sporting à deriva entre treinadores sorteados com mais frequência do que o Euromilhões e o Braga na encruzilhada peseirista (entenda-se: equipa que gosta de ter a bola, que joga bonito e que quase consegue bons resultados), o campeonato volta a ser uma coisa discutida a dois, com duas equipas claramente à frente da concorrência. Tão iguais nos resultados, ainda que tão diferentes no estilo de jogo, FCP e SLB decidirão entre si, muito provavelmente na penúltima jornada, quem levará o caneco para casa. Pena que essa falta de competitividade não nos permita uma competição interna a alto nível de modo a manter nas competições europeias um ritmo bem alto. Assim, este ano foi o FCP a passar da fase de grupos da Champions e o SLB relegado para a Liga Europa, por troca com a ordem do ano passado. Conclusão: mesmo em grupos relativamente acessíveis, o nosso sucesso nunca é garantido à partida. Mas também na Europa do futebol, tudo passa apenas por essas duas equipas, tendo o resto ido para casa mais cedo.
Uma palavra final para o grande Paços de Ferreira que, com um dos planteis mais portugueses da Liga, uma política desportiva ponderada que paga ordenados a tempo e horas, e uma atitude positiva dentro de campo, segue no 4º lugar a morder os calcanhares ao Braga, com apenas duas derrotas (frente aos dois de cima, claro está), e presença nas meias-finais da Taça de Portugal. Depois do rei das permanentes capilares Rui Vitória, Paulo Fonseca é mais um bom treinador a aparecer das profundezas dos bonés da JCA. Podia não ganhar mais nenhum jogo até final da época, que este Paços seria sempre um dos bons projectos futebolísticos do campeonato.
- Reforços de Inverno Futebol Clube do Porto: A chamada mistura de sentimentos no que toca ao reforço do plantel. Se por um lado é mais do que evidente que havia uma falta de soluções enorme no meio-campo e que Kléber precisa de percorrer um longo caminho até ter o estofo para jogar num clube desta dimensão (continuo a achar que o talento está lá), e se é mais do que evidente que quer Izmaylov e Liedson são nomes com provas dadas no nosso futebol, há uns detalhes que me deixam de pé atrás. São dois jogadores que vieram de um rival (não directamente no caso do Liedson) com fama complicada no balneário pese embora, sejamos sinceros, aquele balneário ter ar de ser tão divertido quanto assistir a um filme do Lars von Trier enquanto nos espetam agulhas no buço. São dois jogadores já trintões e com um historial de lesões pese embora, sejamos sinceros, não ser nada difícil imaginar alguém fingir-se lesionado para não ter de jogar no Sporting ou para poder repousar nas praias brasileiras (embora pelo que percebi, pareça descansar-se mais durante um jogo com o ritmo do Brasileirão do que na praia).
Em resumo, se vierem com a clara noção de que serão alternativas aos titulares, e com a capacidade física para jogar assim que a equipa precise deles, e jogarem aquilo que já demonstraram saber jogar no passado, e especialmente se o Liedson não utilizar aqueles penteados em forma de poio no topo da cabeça, serão com certeza grandes soluções que podem ajudar a equipa a renovar o título.
- Porto 5 - Gil Vicente 0: Domínio avassalador na primeira parte, de proporções Barcelonescas no controlo da posse de bola, e pressing ainda maior na segunda para virar a balança da diferença de golos a nosso favor, frente a um adversário que confirmou a ideia que tinha, de serem das mais frágeis equipas desta temporada (ao contrário da anterior). Mais do que um jogo de bola, foi um exercício de bater no ceguinho (e de tiro ao boneco, como mostra o segundo golo), jogado com segurança, dinâmica, e grande sentido colectivo. A equipa parece saudável e tranquila, mesmo na ausência do seu maior craque James Rodriguez. Jogo sem grande história, tal a superioridade demonstrada.
Sunday, January 27, 2013
Também de regresso, com outros factos divertidos
Confesso que o meu prazer pelo fenómeno da Xixa passa mais pelo jogo em si do que por tudo o que o rodeia. Dirigentes, árbitros, apanha bolas... passam-me normalmente ao lado. Mas como o picanço é divertido e o azul e branco e vermelho podem combinar com tudo menos com Xixa, aqui vão outros factos para rebater os do Stranger dois posts abaixo. Porque é sempre divertido orientar números para o lado que convém e esquecer tantos outros, cá vai:
Pois há uma outra equipa que tem como goleador máximo um tipo que sozinho tem mais golos marcados de penalty do que o total de penaltys assinalados a favor dos seus rivais directos em todo o campeonato. E se não utilizarmos as estatísticas simpáticas da Liga que transformaram dois autogolos do Sporting em golos do próprio, temos o simpático número de 6 golos de penalty num total de 11. Ou seja, mais de metade dos tentos a partir desse fatídico ponto em frente à baliza.
Já depois do jogo de ontem na pedreira, o tal clube que é o maior em tudo menos no número de títulos, passou a marca dos 180 minutos do campeonato a jogar em superioridade numérica. Sim, mais de três horas de jogo contra pelo menos 10 jogadores. (Não percebo, confesso, como o árbitro se esqueceu de expulsar também o vento que, com a sua força, atirou Lima para o relvado numa altura em que os Peseiristas estavam a incomodar e começava a pairar a sombra do ponto perdido).
Finalmente, de referir que nas duas últimas jornadas, as papoilas saltitantes jogaram contra equipas desfalcadas de elementos que na jornada anterior haviam sido expulsos de forma surpreendente, e consequentemente impedidos de os defrontar. Mas como sempre, se as coisas derem para o torto no final da época, irão passar mais um ano de queixas. Se correrem bem, ressalvarão o facto de terem ganho contra tudo e contra todos (mesmo que por todos se entendam 10 ou menos). Porque são 6 milhões, mas nenhum deles tem postos na Liga nem nas equipas de arbitragem, são puros, e só ganham com verdade desportiva.
Para já é tudo. Depois de defrontar os galos amanhã, regresso com mais postas sobre o que realmente interessa: a recente vontade de contratar trintões verdes com historial recente de lesões.
Pois há uma outra equipa que tem como goleador máximo um tipo que sozinho tem mais golos marcados de penalty do que o total de penaltys assinalados a favor dos seus rivais directos em todo o campeonato. E se não utilizarmos as estatísticas simpáticas da Liga que transformaram dois autogolos do Sporting em golos do próprio, temos o simpático número de 6 golos de penalty num total de 11. Ou seja, mais de metade dos tentos a partir desse fatídico ponto em frente à baliza.
Já depois do jogo de ontem na pedreira, o tal clube que é o maior em tudo menos no número de títulos, passou a marca dos 180 minutos do campeonato a jogar em superioridade numérica. Sim, mais de três horas de jogo contra pelo menos 10 jogadores. (Não percebo, confesso, como o árbitro se esqueceu de expulsar também o vento que, com a sua força, atirou Lima para o relvado numa altura em que os Peseiristas estavam a incomodar e começava a pairar a sombra do ponto perdido).
Finalmente, de referir que nas duas últimas jornadas, as papoilas saltitantes jogaram contra equipas desfalcadas de elementos que na jornada anterior haviam sido expulsos de forma surpreendente, e consequentemente impedidos de os defrontar. Mas como sempre, se as coisas derem para o torto no final da época, irão passar mais um ano de queixas. Se correrem bem, ressalvarão o facto de terem ganho contra tudo e contra todos (mesmo que por todos se entendam 10 ou menos). Porque são 6 milhões, mas nenhum deles tem postos na Liga nem nas equipas de arbitragem, são puros, e só ganham com verdade desportiva.
Para já é tudo. Depois de defrontar os galos amanhã, regresso com mais postas sobre o que realmente interessa: a recente vontade de contratar trintões verdes com historial recente de lesões.
Saturday, January 26, 2013
O Novo Testamento
Depois de uma 1ª parte tranquila e com pinta de jogo de "champiôn de monde" - bola, agressividade, eficácia e 2 golitos no bucho - eis que este Benfica de JJ decide fazer algo que simplesmente não nasceu para...controlar o jogo, baixar a guarda e praticamente deixar de fazer aquilo que melhor sabe...atacar. Era bizarro ver um deveras limitado - mas esforçado - Braguinha a encostar lentamente o Benfica em versão "Catenaccio" lá atrás, a ganhar as segundas bolas, e a tentar criar a ilusão de que poderia, quiçá, ainda lutar pelo resultado. E falo em ilusão, porque na realidade nunca conseguiram criar sérias oportunidades de golo, sendo o singelo mesmo, mais uma falha de Jardel do que mérito de quem quer que seja. Mas sim, por momentos cheguei a prever o pior e devo ter-me redobrado em umas quantas e delirantes máscaras faciais de pasmo e apreensão. Mas o que começa bem, acaba bem - ditado que nunca provou ter qualquer aplicação futebolística - e lá ficamos com a vitória - que é imensamente valiosa - uns quantos rasgos de Gaitan, uns centrais imperiais (cagada de Jardel notwithstanding) e nova opção tática "Cagunfes" de JJ, que espero só ver de volta quando ele deixar de treinar os nobres jogadores que envergam o nosso manto sagrado. Porque se havia muita gente que desejasse ver esta espécie de "Novo Testamento" do nosso superstar bíblico, eu continuo a preferir a versão mais old-school.
Thursday, January 24, 2013
Vitótó Pereira e as Proençadas
Depois de me descascar a rir com as patéticas declarações recentes do amestrado Vitótó Pereira, eis que ontem me vislumbro com mais motivos de risota com a "Proençada" habitual a favor do F.C.Corrupto, num encontro disputado contra um dos seus inúmeros clubes satélites. E depois dou uma mirada na wikipédia da Xixa Nacional e reparo que na muy nobre época vigente 2012/2013, na Liguilha Nacional, há um clube que tem ZERO penalties assinalados contra si, ZERO cartões encarnados admoestados contra si e o MENOR número de cartãos em tons de amarelo exibidos contra si. Qual será este clube mistério cujos jogadores têm a virtude e o condão de nunca tocar sequer ao de leve nas pernas e respectivas canelas do adversário?!? Hummmmm.....BINGO!
E por estas e por outras mais, nem um Buster Keaton nos seus tempos áureos, ou um deliciosamente parvo Benny Hill, conseguiria criar um sketch que roçasse tanto o profundamente rídiculo, como ver um adepto da agremiação corrupta vir à praça pública, de cara séria e encovada, queixar-se que o verdadeiro e único Glorioso de Portugal, o excelso SLB, é o clube sempre protegido e beneficiado pelos homens que gostam de fruta e meias-de-leite...
Haja paciência e barrigada de riso que aguente esta gente de horroroso azul às riscas...
*E como acabei de falar sobre "arbitragem" devo ser um grande BURRO!*
E por estas e por outras mais, nem um Buster Keaton nos seus tempos áureos, ou um deliciosamente parvo Benny Hill, conseguiria criar um sketch que roçasse tanto o profundamente rídiculo, como ver um adepto da agremiação corrupta vir à praça pública, de cara séria e encovada, queixar-se que o verdadeiro e único Glorioso de Portugal, o excelso SLB, é o clube sempre protegido e beneficiado pelos homens que gostam de fruta e meias-de-leite...
Haja paciência e barrigada de riso que aguente esta gente de horroroso azul às riscas...
*E como acabei de falar sobre "arbitragem" devo ser um grande BURRO!*
Wednesday, November 22, 2006
Bored
Nunca me senti tão desligado do fenómeno pontapé na xixa como ultimamente. Talvez porque não tenho tempo nem disponibilidade para ver o meu Chelseazinho, nem coragem para ver o sempre eminente naufrágio da nau comandada pelo Fernando Santinhos. E visto isto, nunca vi tão pouca bola a rolar como neste ano, apanhando aqui e acolá um destile de bom futebol, mas sempre parco para alimentar um vício que começo claramente a perder. E nem sei se isto me faz mais feliz ou simplesmente menos homem, mas são os factos com que tenho que conviver nos próximos tempos da minha vida. E a singela realidade é a que o futebol tem me vindo a aborrecer profundamente nos últimos tempos...
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